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Estado de Minas VACINAÇÃO EM MINAS

Zema diz que MG vai produzir vacinas contra COVID-19, mas não dá previsão

Governador de Minas afirmou que Fundação Ezequiel Dias (Funed) está com toda a capacidade voltada para produzir doses contra a meningite C


27/01/2021 22:03 - atualizado 27/01/2021 22:30

Zema garante que Minas começará a produzir vacinas contra COVID-19, mas não deu previsão(foto: YE AUNG THU / AFP)
Zema garante que Minas começará a produzir vacinas contra COVID-19, mas não deu previsão (foto: YE AUNG THU / AFP)
Enquanto os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro foram credenciados para produzir vacinas contra a COVID-19 no Brasil, Minas Gerais ainda não tem previsão para fabricar os imunizantes. É o que disse o governador Romeu Zema (Novo) nesta quarta-feira (27/01). De acordo com Zema, a prioridade no momento é agilizar o recebimento de imunizantes, mas garantiu que Minas ainda vai produzir as próprias substâncias.

De acordo com Zema, atualmente, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) está totalmente comprometida com a fabricação de doses contra a meningite C, em parceria com um laboratório da Suíça. Para o governador, tirar a capacidade produtiva de imunizantes contra a doença para fazer vacinas contra a COVID-19 é “corrigir um problema e criar outro”.

“Nossa prioridade neste momento é agilizar o processo de vacinação, agilizar o recebimento de mais vacinas pelo Brasil e pelo estado, porque adaptar uma unidade produtiva não é algo que você faz de um dia para o outro, e que a Funed hoje está com toda capacidade dela ocupada produzindo a vacina da meningite C. Então não seria possível você tirar essa produção, porque vamos corrigir um problema e criar outro. Mas eu quero deixar claro aqui que Minas vai ter a vacina contra a COVID-19, sim”, disse Zema, em entrevista à Rádio 98FM.

Como o Brasil tem duas unidades de produção de vacinas contra a COVID-19, a prioridade de Minas, de acordo com Zema, é agilizar o recebimento de doses da CoronaVac e da AstraZeneca. Ao todo, o estado já recebeu três remessas de imunizantes: a primeira de 577.480 doses, a segunda com 190.500 doses e a terceira com 87.600 doses. Para o governador, o principal problema do país está na aquisição de insumos.

“O problema do Brasil, hoje, não é ter mais capacidade de produzir vacinas. É o insumo chegar ao Brasil. Mas eu quero deixar claro que nós queremos ter a vacina contra a COVID-19 mineira, mas a nossa prioridade neste momento é agilizar o processo de vacinação, agilizar o recebimento de mais vacinas pelo Brasil e pelo estado, porque adaptar uma unidade produtiva não é algo que você faz de um dia para o outro”, concluiu.

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