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Estado de Minas GRANDE BH

Coronavírus: Nova Lima reabre comércio a partir desta terça; bares, academias e clubes seguem vetados

Decisão é válida até o próximo dia 29, seguindo orientações do Minas Consciente


18/08/2020 09:18 - atualizado 18/08/2020 10:02

Cidade de Nova Lima, na Grande BH(foto: Leandro Couri/EM/D.A. Press)
Cidade de Nova Lima, na Grande BH (foto: Leandro Couri/EM/D.A. Press)
O comércio não-essencial está autorizado a funcionar em Nova Lima, na Grande BH, a partir desta terça-feira (18). Em decreto publicado na noite dessa segunda (17), a Prefeitura permite o funcionamento de estabelecimentos até o próximo dia 29, com exceção de bares, academias, clubes e feiras, que seguem fechados.

O município está seguindo o Minas Consciente, plano de retomada do comércio do governo de Minas, que possibilitou que a Prefeitura seguisse com a reabertura até o dia 29. Na ocasião, o Executivo do estado fará uma nova avaliação sobre a situação da pandemia na cidade. Em 1º de agosto, também por orientação do programa estadual, o comércio não-essencial foi fechado em Nova Lima.

Assim como nos demais municípios que já flexibilizaram a abertura do comércio, os estabelecimentos deverão seguir restrições e medidas de segurança. O decreto destaca a limitação de entrada de clientes por recinto, intensificação das ações de limpeza e desinfecção, disponibilização de produtos de higiene como álcool e sabonete e divulgação de medidas de prevenção da COVID-19.

O decreto também prevê regras para o transporte público municipal, proibindo a viagem de passageiros em pé e tornando o uso da máscara nos coletivos obrigatória, sob risco de multa. Estabelece também regulamentações específicas para o funcionamento de restaurantes, salões de beleza e barbearias e centros de saúde. 

Por fim, o Executivo de Nova Lima salienta que "as ações de combate à pandemia continuam em vigor" e que "não é hora para relaxar". De acordo com o boletim epidemiológico mais recente divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde, Nova Lima tem 1982 casos e 14 mortes por COVID-19.
 
 
*Estagiário sob supervisão do subeditor Frederico Teixeira 


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