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Estado de Minas PROGRAMA

Governo compensará R$ 2,4 bi em contas de luz de 40% dos brasileiros

Consumidores serão beneficiados pelo programa de redução de consumo de energia criado em dezembro


20/01/2022 21:04 - atualizado 20/01/2022 21:05

Hidrelétrica de Itaipu
Com recuperação do nível dos reservatórios, Brasil pode mudar de bandeira tarifária (foto: Rubens Fraulini /Itaipu Binacional)
Parte dos brasileiros devem ter a conta de luz mais barata em janeiro. Durante a transmissão ao vivo, feita pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, anunciou que as distribuidoras de energia depositarão R$ 2,4 bilhões nas contas dos consumidores. 
 
A tendência é que sejam beneficiados os brasileiros inseridos no Programa de Incentivo à Redução Voluntária de Consumo de Energia Elétrica, criado no mês passado numa tentativa de conter a crise hídrica. Segundo a iniciativa, a cada 100 kWh economizados, o brasileiro ganha uma compensação de R$ 50.

Pelo menos 40% dos brasileiros serão beneficiados. “É o recurso dos consumidores que fizeram economia voluntária de energia de pelo menos 10%. Presidente, R$ 2,4 bilhões na conta de 40% consumidores brasileiros”, afirmou o chefe da pasta. 

“Automaticamente, o valor vai ser abatido na conta do consumidor. Isso foi fundamental para que superássemos o desafio da escassez hídrica no país. E isso fez o consumidor fez economizar R$ 9,5 bilhões”, disse Albuquerque. 

Bolsonaro também sinalizou que a bandeira vermelha estipulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) poderá deixar de ser cobrada em breve. 

Não é maldade da agência nem nossa. Quando chover bastante, essa bandeira vai acabar”, afirmou o presidente.

“Estamos trabalhando para recuperarmos nossos reservatórios. Tenho certeza de que no corrente ano o custo da energia vai abaixar”, disse Albuquerque.

Ele enalteceu que o Brasil enfrentou a crise hídrica sem maiores tumultos: “Tivemos um aumento de 22% da tarifa no ano passado por causa dessa geração termoelétrica excepcional que nós tivemos que realizar, como também importação de energia. Mas o importante é que o país superou a crise energética, sem racionamento ou apagão. Foi muito diferente do que passamos em 2001”.

“Nossa conta ficou um pouco mais cara, mas superamos isso. O país continuou crescendo e gerando empregos”, acrescentou. 


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