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Estado de Minas OPERAÇÃO NESTA TERÇA

Polícia Federal vai atrás de fraudadores do Auxílio Emergencial em Minas

Policiais percorrerem 11 municípios mineiros nesta terça-feira (11/5) para cumprir ordens judiciais contra envolvidos no esquema


11/05/2021 07:44 - atualizado 11/05/2021 07:58

Material apreendido pela Polícia Federal em um dos locais(foto: Polícia Federal/Divulgação)
Material apreendido pela Polícia Federal em um dos locais (foto: Polícia Federal/Divulgação)
 
Sessenta policiais federais estão nas ruas de 11 municípios mineiros na manhã desta terça-feira (11/5) cumprindo mandados de busca e apreensão contra envolvidos em fraudes no Auxílio Emergencial, benefício destinado a pessoas de baixa renda durante a pandemia da COVID-19.

De acordo com a Polícia Federal (PF), na Operação “Subitis Auxilium 2.1”, os policiais cumprem 14 mandados de busca e apreensão, 39 bloqueios de contas bancárias de empresas envolvidas e 13 medidas cautelares contras os responsáveis pelas organizações investigadas. As medidas foram expedidas pela 11ª Vara Federal de Belo Horizonte. 

“As informações iniciais são oriundas da Base Nacional de Fraudes ao Auxílio Emergencial (BNFAE) da PF, que reúne dados de comunicações de irregularidades referentes ao pagamento fraudulento do auxílio, após terem sido analisados e confirmados pela Caixa”, detalha a Polícia Federal.

“Por meio do cruzamento desses dados, foi possível identificar beneficiários de valores oriundos de contas contestadas por fraude junto à Caixa e que foram utilizados para efetuar diversas compras em estabelecimentos comerciais, por intermédio de máquinas de cartão de crédito/débito e compras virtuais, com indícios de conivência por parte de seus responsáveis legais e/ou funcionários”, diz a instituição. 

Os alvos dos mandados estão em Belo Horizonte, Betim, Contagem, Ribeirão da Neves, Sabará, Santa Luzia, Ituiutaba, Nova Serrana, Carmo da Mata, Jacutinga e Uberlândia. 

“A PF continuará atuando para coibir e apurar este tipo de fraude no estado, com o objetivo de desestruturar ações que causam graves malefícios ao programa assistencial e às pessoas que dele necessitam”, enfatiza a PF.

A ação faz parte da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) o Ministério da Cidadania (MCid), a Caixa, a Receita Federal (RF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU). O grupo existe para identificar ocorrência de fraudes massivas e desarticular a atuação de organizações criminosas. 


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