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Estado de Minas ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Grupo do ramo atacadista no Sul de Minas é investigado por esquema de fraude

Envolvidos criavam empresas fantasmas para emitir notas fiscais falsas e reduzir ICMS


26/11/2020 16:56 - atualizado 26/11/2020 17:31

Esquema de fraude gerou R$ 70 milhões de prejuízo aos cofres públicos(foto: Polícia Civil/Reprodução)
Esquema de fraude gerou R$ 70 milhões de prejuízo aos cofres públicos (foto: Polícia Civil/Reprodução)
Um dos maiores grupos do ramo atacadista no país foi alvo de uma operação da Polícia Civil nesta quinta-feira (26/11). Os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão na sede e na filial da empresa, em Poços de Caldas, no Sul de Minas.  

Também foram cumpridos nove mandados em Belo Horizonte e em cidades da região metropolitana, como Contagem e Nova Lima. Após uma vistoria nos locais, a polícia recolheu documentos e computadores.

 

 

 

De acordo com a investigação, o grupo integra um esquema de lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. Os envolvidos criavam empresas fantasmas dentro e fora do estado e emitiam notas fiscais falsas usadas para reduzir o valor do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O desvio pode chegar a R$ 70 milhões.

Essa operação recebeu o nome de ‘Alma Penada’ e é o desdobramento de um trabalho policial de 2018 quando o esquema começou a ser apurado. O nome escolhido faz alusão às empresas fantasmas criadas pelo grupo. O Ministério Público, a Secretaria Estadual de Fazenda e a Advocacia Geral do Estado de Minas Gerais também participaram da Operação.

 

Além dos crimes de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, os envolvidos podem responder por organização criminosa. A pena somada chega a 10 anos de prisão.


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