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Estado de Minas OPINIÃO SEM MEDO

Entenda o caso de amor incurável de Lula por ditadores e ditaduras

O meliante de São Bernardo só encontra paralelo, no Brasil, em seu maior rival, Jair Bolsonaro, o verdugo do Planalto, que ama torturadores e genocidas


23/11/2021 10:41 - atualizado 23/11/2021 10:58

Lula faz sinal de positivo com o polegar
Lula, 'franco favorito a vencer a eleição presidencial em 2022, fervoroso amigo e apoiador de ditadores' (foto: Lula Marques )


Dias atrás, assinei uma coluna neste mesmo espaço, intitulada ‘O PT não perde uma única oportunidade de ser asqueroso’. Eu apontava, então, o repugnante comunicado oficial do partido, felicitando o proto ditador Daniel Ortega, reeleito pela sétima vez consecutiva o presidente da Nicarágua, após mandar prender todos os seus opositores.

Também apontei, como já fiz dezenas de outras vezes, as históricas alianças do partido com alguns dos piores e maiores ditadores e assassinos - além de líderes de grupos terroristas - do mundo, especialmente a predileção de seu ‘dono’, Lula da Silva, o meliante de São Bernardo, por facínoras sanguinários.
Citei o apoio ao regime teocrático do Irã, que apedreja mulheres e mata homossexuais. E também ao terrorista italiano Cesare Battisti e a grupos igualmente terroristas como Hamas e Hezbollah. Lula, inclusive, chamava o iraniano Ahmadinejad de amigo e o líbio Gaddafi, de irmão, além de dizer que ‘há democracia até demais na Venezuela’. 

LIVRE PARA DELINQUIR

Por falar em Venezuela, Gleisi Hoffmann, a presidente do PT, também conhecida popularmente como a Carla Zambelli da esquerda, e nas planilhas de propina da Odebrecht como Coxa ou Amante, saudou e abraçou, sorrindo, o tirano venezuelano Nicolás Maduro, por ocasião de seu último golpe, naquilo que chama de eleição.

Já Lula, o pai do Ronaldinho dos Negócios - que hoje encontra no bolsokid Flávio Bolsonaro um concorrente à altura -, recentemente condenou as manifestações populares ocorridas em Cuba contra a tirania Castro, hoje em pleno vigor nas mãos de Miguel Diaz-Canel. Para os petistas, manifestações populares só são legítimas se pró-esquerda.

Colocado em liberdade pelos ‘parças’ do STF (Supremo Tribunal Federal), e mais recentemente tornado ‘ficha-limpa’ pelas mesmas canetas amigas, após a anulação de todas as suas condenações passadas, o chefe da quadrilha do Petrolão, conforme denúncia do MPF (Ministério Público Federal), hoje encontra-se livre, leve e solto para delinquir.

LULA LÁ E AUTOCRACIA AQUI

Em recente passeio pela Europa - como sempre, custeado pelos otários pagadores de impostos - o meliante, em entrevista a jornalistas espanholas, renovou o apoio ao facínora da Nicarágua e defendeu seu direito de governar o país por já 15 anos seguidos. Disse, para o espanto das moças, o bilontra petista:

‘Por que a Angela Merkel pode ficar 16 anos no poder e Daniel Ortega, não? Por que o Felipe González, aqui, pôde ficar 14 anos? Qual é a lógica?’. Como alguns jornalistas espanhóis não são da mesma grei de certos jornalistas brasucas, o dono do sítio e do ‘tripéc’ (que não são dele!!) se deu mal e ouviu como resposta:

‘Bem, porque nem González nem Merkel mandaram prender seus opositores políticos’. Bingo! Quem fala o quer, a depender do interlocutor, ouve o que não quer, não é mesmo? Lula, que também disse querer regulamentar as redes sociais e a internet, além (novamente) da imprensa, pegou seu banquinho e saiu de fininho.

Assim, como visto, de um lado, como franco favorito a vencer a eleição presidencial em 2022, está um fervoroso amigo e apoiador de ditadores. De outro, favorito a seguir para o segundo turno, um idólatra de torturadores e de genocidas. O brasileiro médio, ao que parece, sonha em amanhecer vendado, encostado em um paredão, de frente para o fuzil.

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