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Estado de Minas MERCADO S/A

Distribuidoras de etanol mudam para evitar débitos

Distribuidoras de etanol conhecidas como barrigas de aluguel estão mudando sua inscrição cadastral


postado em 03/09/2019 06:00 / atualizado em 03/09/2019 07:42

Distribuidoras de etanol conhecidas como barrigas de aluguel estão mudando sua inscrição cadastral (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press (foto para o abre) (eec31100) )
Distribuidoras de etanol conhecidas como barrigas de aluguel estão mudando sua inscrição cadastral (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press (foto para o abre) (eec31100) )

Uma nova artimanha acaba de ser descoberta no mercado de combustíveis. Distribuidoras de etanol conhecidas como barrigas de aluguel estão mudando sua inscrição cadastral para o modelo de Eirelli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), que estabelece a separação dos bens da empresa e os bens pessoais do seu titular, que não podem ser usados para assegurar débitos contraídos pela companhia.

O mais recente ranking da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) com as maiores distribuidoras do Brasil traz pelo menos duas empresas que aderiram à prática. Uma delas é a Noroeste, que aparece como a quarta maior do país, com 6,49% do mercado. No ranking de 2018, a empresa não estava entre as 10 maiores. Outra distribuidora que virou Eirelli é a Vetor, que adotou o novo modelo no mês passado. Ela estava em oitavo lugar no ranking de 2018 e pulou para a sexta colocação em 2019. A Vetor acumula dívidas de cerca de R$ 26 milhões com a Fazenda paulista.

"Nossa meta é dobrar as doações para filantropia no Brasil, passando 
de 0,2% para ,4% do PIB”

(foto: Alexandre Resende/MRV/Divulgação )
(foto: Alexandre Resende/MRV/Divulgação )

. Rubens Menin, fundador da MRV, maior construtora da América Latina
 

1,9%

foi quanto cresceu o PIB da construção no segundo trimestre de 2019 na comparação com os três meses anteriores. Foi a primeira alta depois de 20 quedas consecutivas


Empresas brasileiras de games buscam novos negócios

 
(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press )
(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A. Press )
A partir de amanhã, as empresas brasileiras de games começam um tour por vários países em busca de novos negócios. Oito delas participam da External Development Summit (XDS), em Vancouver, no Canadá. Depois partem para o Tokyo Game Show, no Japão, e, por fim, seguem à Game Connection Europe, que será em Paris, na França. O mercado mundial de games deve gerar US$ 152 bilhões em receitas em 2019. No Brasil, os negócios do setor movimentaram US$ 1,5 bilhão em 2018.

Multinacional israelense que combate fraudes digitais chega ao Brasil
As fraudes na publicidade digital chegaram a US$ 35 bilhões em 2018, segundo a consultoria Juniper Research. De olho nesse mercado, a israelense Clickcease, que identifica e bloqueia esse tipo de ação, está trazendo sua operação para o Brasil. Segundo a multinacional, 20% dos cliques em anúncios de internet são feitos por robôs, usuários sem interesse real pelo conteúdo e concorrentes da empresa anunciante. Os executivos da Clickcease afirmam que o Brasil é um mercado particularmente vulnerável.

BNP Paribas vai ao supermercado
O banco francês BNP Paribas Cardif vai ampliar sua presença no varejo brasileiro. A instituição fechou parceria de cinco anos com o Walmart, que recentemente se reposicionou como Grupo Big, para oferecer seguros contra roubo e furto de smartphones e tablets. O banco já oferece produtos similares a empresas como Magazine Luiza, Carrefour, B2W, Máquina de Vendas, Herval, Kalunga, Telhanorte e Lojas Colombo.

RAPIDINHAS

» Em evento realizado ontem em São Paulo, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) disse que o ministro da Economia, Paulo Guedes, lhe confidenciou que lamenta os ataques dos filhos do presidente Jair Bolsonaro a opositores. Segundo Guedes, os ataques dificultam a aprovação das reformas que o Congresso discute, como a previdenciária e a tributária.

» A seguradora japonesa Tokio Marine segue crescendo no mercado brasileiro. De acordo com a Susep, entidade que regula o mercado segurador no país, a empresa avançou 11,8% no primeiro semestre, com resultado de R$ 2,76 bilhões no período. O lucro passou de R$ 196,8 milhões para R$ 243 milhões, uma evolução de 23,5%.

» O Banco Pan, uma das maiores instituições financeiras do país voltadas para as classes C, D e E, atingiu a marca de R$ 1 bilhão de negócios formalizados por meios digitais como biometria facial. Em seis meses, a tecnologia passou a responder por cerca de 40% do número total de serviços contratados.
 
» Os sinais de reaquecimento da construção civil são confirmados pelo aumento da demanda por crédito imobiliário. A Credihome, a plataforma on-line que une potenciais compradores e proprietários de imóveis, registrou R$ 1,7 bilhão em consultas de financiamento em julho e agosto, contra R$ 764 milhões no primeiro semestre.


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