Com a ida de Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos nesta quarta-feira (28/10), depois de ser derrotado nas urnas por Lula (PT) no domingo, a internet resgatou um vídeo de uma mãe de santo. Declarações feitas em 11 de março de 2026 pela líder religiosa Michelly da Silva Bernardes, a Mãe Michelly da Cigana, voltaram a circular nas redes sociais.

Em entrevista concedida ao jornalista Luiz Bacci, há mais de sete meses antes da votação, a líder de Umbanda e Quimbanda antecipou o futuro político de Flávio Bolsonaro (PL). Ela declarou que o candidato falaria “muita bobagem” durante a campanha e perderia a disputa pela Presidência da República.

“Ele vai falar muita bobagem, ele não ganha as eleições. Aqui tá, ó, ele está falando muita coisa sem pensar... E ele vai conseguir alguma coisa política, assim, depois que passar essas eleições, ele até consegue alguma coisa muito importante na política, mas eu não o vejo como presidente”, disse.

Leia Mais

No mesmo diálogo, ela também apontou a possibilidade de o político deixar o território brasileiro em direção aos Estados Unidos. "Ele inclusive pensa em ir embora do país, ele já tem casa lá?”, perguntou.

Bacci responde que parte da família Bolsonaro, incluindo Eduardo, a esposa e os filhos, já mora nos EUA. “Ele tá pensando em ir embora, eu acho que ele perde a eleição e vai embora", finalizou a vidente.

Viagem secreta

O avião em que estava o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pousou em Miami, nos Estados Unidos nesta quarta-feira (28/10) às 10h23 no horário de Brasília. A aeronave saiu da Argentina na noite de terça (27) e fez escala em Guayaquil, no Equador.

Flávio, a mulher, Fernanda, e as duas filhas entraram na Argentina às 22h50 de terça pela Ponte Internacional Tancredo Neves, na província de Misiones, segundo a Direção Nacional de Migrações do país. O senador usou um passaporte italiano. A mulher e as filhas apresentaram documentos brasileiros.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Os quatro não passaram por posto de controle da Polícia Federal ao deixar o Brasil, já que não é cobrada a saída de brasileiros por fronteira seca.

 

compartilhe