Lula x Flávio: o que farão Cury, Renan, Caiado e Zema no 2° turno?
Enquanto Cury e Renan se declaram neutros, Zema sinaliza apoio a Flávio e Caiado aguarda decisão do partido; veja as estratégias
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Com a disputa presidencial definida em segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 25 de outubro, os demais candidatos começam a organizar seus apoios e alianças para a nova etapa da eleição.
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Terceiro colocado na corrida pelo Planalto, Augusto Cury (Avante) afirmou que não declarará apoio a nenhum dos dois. Ele espera que o vencedor considere as propostas apresentadas por ele durante a campanha. "Os dois candidatos, se quiserem aproveitar nossas propostas, estão disponíveis para serem aproveitadas", disse Cury.
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Renan Santos (Missão), que ficou em quarto lugar, também anunciou neutralidade. Após a apuração dos votos, ele liberou os membros do partido. “Não recomendo que ninguém vote em bandido. Flávio é bandido, Lula é bandido, mas não faz diferença nenhuma. Façam o que vocês quiserem", opinou.
Ronaldo Caiado, candidato do PSD e quinto colocado, aguarda uma reunião com o presidente do partido, Gilberto Kassab, para definir os rumos. O PSD manteve a diretriz do primeiro turno de liberar os diretórios estaduais, sem um apoio nacional formal a Lula ou Flávio.
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Já o Novo, partido de Romeu Zema, deve anunciar seu posicionamento ainda nesta segunda-feira (5). No domingo, o ex-governador de Minas Gerais não citou Flávio Bolsonaro, mas declarou que estará “contra o PT”. A expectativa é que ele apoie a campanha do filho "01" de Jair Bolsonaro.