Kalil sobre Lula: ‘Não combinamos, não demos liga’
Aliança de 2022 é justificada por uma "circunstância eleitoral", mas pedetista hoje quer fugir da polarização
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Quatro anos após ter se aliado com o presidente Lula (PT), o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), hoje candidato ao governo de Minas Gerais, disse que a composição não deu certo e aconteceu apenas por uma questão de “circunstância eleitoral”.
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Na disputa estadual em 2022, Kalil deu palanque para o petista, que saiu vitorioso em Minas. Por outro lado, o ex-prefeito foi derrotado em primeiro turno para Romeu Zema (Novo).
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Kalil relatou ter dito a Lula que nunca tinha votado no PT no momento em que a aliança estava sendo construída para a última eleição nacional.
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“Mas eu não tenho nada para falar do presidente Lula. Não combinamos, não demos liga não era pra dar mesmo. E eu sigo tranquilo a minha vida e agora eu quero um caminho livre sem escolher nem o Flávio Bolsonaro e nem o Lula”, explicou, durante o debate da TV Globo com candidatos ao governo de Minas Gerais nesta terça-feira (29/9).
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O PT chegou a conversar com Kalil para uma possível repetição da aliança de 2022 neste ano, mas a negociação não caminhou devido a negativas do pedetista e de parte da bancada estadual. O deputado federal Patrus Ananias (PT) acabou sendo escolhido como candidato de Lula em Minas.