Constantino sobre Cleitinho: ‘Fio desencapado, sem preparo’
Comentarista e economista afirma que senador é despreparado para chefiar o governo de Minas Gerais; republicano lidera pesquisa da Genial/Quaest
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O economista, comentarista da Jovem Pan e presidente do Instituto Liberal Rodrigo Constantino considera o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), pré-candidato a governador de Minas Gerais, um político despreparado para o cargo desejado.
O comentário foi feito em relação à pesquisa da Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (28/4), que aponta Cleitinho na liderança do 1º turno, com 30% das intenções de voto. O mesmo levantamento indica que o senador também venceria o segundo turno.
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No X, antigo Twitter, o economista escreveu que, “pelo visto”, Minas Gerais terá um “fio desencapado” no governo. Para Constantino, Cleitinho não tem “qualquer preparo para administrar qualquer coisa que seja”.
“É, pelo visto teremos um 'fio desencapado' no governo mineiro, sem qualquer preparo para administrar qualquer coisa que seja…”, escreveu.
É, pelo visto teremos um "fio desencapado" no governo mineiro, sem qualquer preparo para administrar qualquer coisa que seja... https://t.co/qDZXpXham2
— Rodrigo Constantino (@Rconstantino) April 28, 2026
A pesquisa Genial/Quaest mostra que, em um cenário principal de intenções de voto ao Executivo estadual, Cleitinho lidera, seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que recebeu 14% das intenções de voto, e do senador Rodrigo Pacheco (PSB), que soma 8%.
O governador Mateus Simões (PSD) e o influenciador Ben Mendes (Missão) aparecem com 4% cada. Maria da Consolação (Psol), com 3%; e Flávio Roscoe (PL) e Gabriel Azevedo (MDB), com 2% cada, vêm na sequência. Brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 20%, enquanto 13% se declaram indecisos.
As simulações de segundo turno reforçam a vantagem do senador. Em um eventual confronto com Kalil, Cleitinho venceria por 48% a 26%, segundo a pesquisa. Contra Pacheco, a diferença é de 43% a 23%. Em disputa com Mateus Simões, o placar seria de 46% a 13%. Em um embate com Flávio Roscoe, Cleitinho aparece com 45%, contra 13% do adversário.
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O senador Cleitinho foi procurado pela reportagem para se defender e afirmou que "cabe a ele mesmo, se virar candidato e ganhar a eleição, mudar a opinião dele".