Lula recebe alta em SP; procedimentos foram bem-sucedidos, diz médico
Segundo Roberto Kalil Filho, intervenções foram simples e não têm relação com queda
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu alta nesta sexta-feira (24/4), em São Paulo. O petista realizou dois procedimentos médicos considerados simples, realizados no Hospital Sírio-Libanês.
A informação foi antecipada pelo cardiologista Roberto Kalil Filho, médico do presidente, durante a manhã. Lula permaneceu acompanhado da primeira-dama, Janja, durante todo o tempo e demonstrava bom humor.
De acordo com Kalil, as intervenções foram simples. A primeira foi uma retirada de uma lesão de pele no couro cabeludo, e a outra, uma infiltração em um dos dedos da mão, para tratar uma tendinite.
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"O presidente Lula já havia retirado uma lesão de pele, no peito, na época da pandemia", relembrou o médico, acrescentando que não houve gravidade e que a lesão nada tem a ver com a queda que o presidente teve há alguns anos, quando se desequilibrou e caiu no banheiro, batendo a cabeça.
O especialista reforçou que esse tipo de ocorrência é comum, e fez um alerta sobre prevenção. “É sempre (necessário) chamar a atenção que é preciso usar filtro solar. Essas lesões de pele são muito comuns”, afirmou.
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Segundo o cardiologista, o procedimento teve duração aproximada de uma hora. Ele também esclareceu que havia uma programação prévia para a retirada de outra lesão. “O procedimento já estava pré-programado para agora, há um ou dois meses", frisou.
Infiltração no dedo
Quanto à intervenção na mão do presidente, ele explicou que foi feita uma infiltração simples, e que Lula está com a mão sem curativos. Sobre a recuperação, o médico indicou que não haverá impactos relevantes na agenda do presidente.
“Por coerência, ele pode ficar em repouso, mas nada que prejudique a agenda dele na outra semana”, afirmou.
O acompanhamento médico seguirá nos próximos dias, com atenção ao processo de cicatrização. “(Lula) Fará o acompanhamento da cicatrização da lesão. Tomar cuidado com a ferida operatória, que leva um mês para cicatrizar, usar chapéu, curativo”, explicou Kalil.
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Por fim, o médico reforçou que a rotina de Lula não deve ser afetada. “Volta à atividade normal, não vai atrapalhar o dia a dia da campanha. O máximo é ele aparecer de chapéu, como já acontece, e acabou. Vida normal”, concluiu.