Cleitinho afirma que não abre mão de candidatura ao governo de MG
Senador disse que "não seria covarde" de abrir mão de candidatura e que a direita tem que estar unida; ele rebateu críticas sobre 'despreparo'
compartilhe
SIGA
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) respondeu às críticas de que não estaria preparado para assumir o governo de Minas Gerais e disse que, na verdade, não está preparado para roubar ou colocar amigos em cargos comissionados.
Ele ainda afirmou que é o único capaz de “varrer” o PT de Minas, com a pré-candidatura de Rodrigo Pacheco (PSD) apoiada pelo presidente Lula (PT), e afirmou que não abre mão de candidatura ao governo mineiro. A terceira frente na disputa para ser governador é o atual vice-governador Mateus Simões (PSD), apoiado pelo atual governador, Romeu Zema (Novo).
Ver essa foto no Instagram
Em entrevista à Revista Timeline, o parlamentar disse que abriria mão da candidatura caso outra pessoa liderasse pesquisas internas de partidos da direita de intenção de voto, mas o primeiro lugar é ocupado por ele e não há motivos para desistir. Segundo ele, seu eleitor e o de Nikolas Ferreira são parecidos, então não faz sentido ambos disputarem a cadeira.
- Falcão sinaliza aliança com Cleitinho para disputa do governo de Minas
- Cleitinho se junta à caminhada de Nikolas para Brasília e manda recado
“Eu apareço com mais de 40%. Por que eu tenho que abrir mão? Por que eu tenho que ser um covarde de abrir mão de ser candidato? Se a direita tem que estar unida, por que a direita não pode me apoiar?”, afirmou.
Leia Mais
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
Sem citar nomes, Cleitinho disse que criticaram um possível despreparo dele para o cargo de governador, do que ele discorda. “Eu não estou preparado pra roubar, eu não estou preparado pra colocar carguinho comissionado de amigo lá dentro, eu não estou preparado pra fazer contrato para poder favorecer empresa de pedágio. Isso eu não tô preparado. Eu estou preparado para defender o povo mineiro”, disse o parlamentar, exaltado. Em certo momento, o senador interrompeu um comentário do entrevistador e gritou: "Deixa eu falar, deixa eu falar!".