O AGENTE SECRETO

Mario Frias ataca Wagner Moura por crítica a Bolsonaro: 'Frango'

Vencedor do prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama, ator disse que o governo de o ex-presidente foi uma "manifestação física dos ecos da ditadura"

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Enquanto a maior parte da direita se calou diante das vitórias do filme brasileiro “O Agente Secreto” no Globo de Ouro, o deputado federal Mario Frias (PL-SP) tem se posicionado. Após Wagner Moura criticar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o parlamentar reagiu.

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Também ator, Frias entrou na política justamente ao lado de Bolsonaro. Foi secretário de Cultura do último governo entre junho de 2020 e março de 2022, quando passou a se dedicar à campanha por uma vaga na Câmara dos Deputados.

Os últimos seis posts do parlamentar no Instagram são repercussões do Globo de Ouro. Em uma delas, ele dispara diretamente contra Wagner Moura, que disse que governo Bolsonaro foi uma “manifestação física dos ecos da ditadura”.

Reação de Mario Frias

“Esse sujeito posa de defensor da democracia enquanto apoia ditaduras como as de Maduro, Chávez e Lula, além de políticos que flertam abertamente com autoritarismo. Discursa contra o fascismo, mas se cala diante do fato de que é sustentado por um Estado corrupto e violento, que rouba dos mais pobres enquanto seus amigos bilionários, banqueiros e grandes empresários sugam até o último centavo do povo”, escreveu o deputado.

Mario Frias acusou o protagonista de O Agente Secreto de buscar apenas “autopromoção” com as falas e ignorar um cenário de supostos “presos políticos morrendo na cadeia por crimes que sequer existem na Constituição”.

“No fim, não passa de um frango travestido de virtude: alguém que confunde caráter com performance moral e transforma discurso político em negócio lucrativo”, concluiu.

Crítica de Wagner Moura a Bolsonaro

Vencedor do prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama, Wagner Moura conversou com a imprensa e foi questionado sobre o sucesso das produções brasileiras que abordam o período autoritário.

O ator foi direto ao afirmar que o assunto segue atual. “Temos que continuar fazendo filmes sobre a ditadura. A ditadura ainda é uma cicatriz aberta na vida brasileira”, declarou.

Para Moura, os impactos do regime militar não ficaram restritos ao passado. “Aconteceu há apenas 50 anos. De 2018 a 2022, tivemos um presidente de extrema-direita, fascista, no Brasil, que é uma manifestação física dos ecos da ditadura”, disse, ao relacionar o período histórico ao mandato de Jair Bolsonaro.

“A ditadura ainda está muito presente no cotidiano brasileiro. Por isso, temos que continuar fazendo filmes sobre isso”, reforçou.

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Ao receber o prêmio, Wagner destacou o tema central do filme. “É um filme sobre memória, a falta dela e um trauma geracional. Se um trauma pode ser passado por gerações, os valores também podem. Esse prêmio vai para quem está seguindo seus valores em momentos difíceis”, afirmou.

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