Menino de 4 anos dispara arma guardada no carro e mata bebê de dois anos
Brayden Tennyson, 2 anos, faleceu após acesso facilitado a pistola deixada desprotegida pela mãe em Kissimmee, Flórida
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Um menino de 2 anos, identificado como Brayden Tennyson, morreu após ser baleado acidentalmente por seu primo de 4 anos. O caso aconteceu no último domingo (12/7), quando as duas crianças foram deixadas sozinhas dentro de um carro na cidade de Kissimmee, na Flórida, Estados Unidos.
Segundo o xerife Chris Blackmon, do distrito de Osceola, os meninos encontraram uma arma que a mãe de Brayden guardava no veículo. A arma estava “literalmente à vista de todos” e solta, facilitando o manuseio pela criança.
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Brayden chegou a ser levado a um hospital, mas foi declarado morto. A tragédia ocorreu dois dias antes de ele completar 3 anos de idade. A família, que viajou de Louisville, na Geórgia, estava de férias na região e entrava na casa que alugou quando ouviu o disparo.
Pequeno fã do Homem-Aranha
Amigos e familiares agora se apegam às lembranças de um menino que enchia os ambientes de alegria. Karen Shivers, uma amiga próxima que Brayden chamava de "tia", o descreveu como uma criança extrovertida e doce.
Uma das maiores paixões do garoto era o Homem-Aranha. Shivers conta que ele adorava fingir que lançava teias e pulava como o super-herói. “Ele se transformava no Homem-Aranha toda vez que o via, nos gestos com os dedos como se estivesse lançando teias”, recordou.
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Shivers também lembrou de um dos últimos momentos com Brayden, dias antes da viagem, em uma piscina comunitária. O menino não queria sair da água e pedia para ficar mais tempo. Ela prometeu que nadariam juntos novamente quando ele voltasse.
O coração de Shivers dói especialmente pela mãe de Brayden, Shakeila. “Ela era uma alma linda. Onde quer que ela estivesse, ele estava lá também”, disse. A família espera que Brayden seja lembrado pela felicidade e amor que compartilhou durante sua curta vida, e não pela tragédia.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.