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Mãe do serial killer Jeffrey Dahmer defende o filho: ‘nunca quis machucar’

Joyce Dahmer defendeu o filho em uma conversa com o psicólogo criminal Eric Hickey

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A mãe do assassino em série Jeffrey Dahmer (1960-1994), Joyce Dahmer, afirmou ao psicólogo criminal Eric Hickey que o filho não tinha intenção de ferir as vítimas, apesar dos crimes brutais que o tornaram um dos serial killers mais conhecidos da história. A conversa ocorreu no início da década de 1990, logo após a prisão do “Canibal Americano”. 

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“Ele os matava, mas nunca tentou machucá-los”, defendeu a mãe de Dahmer ao psicólogo.  A mãe do assassino morreu em 2000 e manteve até o fim a visão de que o filho não era movido por ódio ou desejo de ferir deliberadamente as pessoas. Só agora o psicólogo revelou a declaração. 

Também conhecido como “O Açougueiro de Milwaukee”, Dahmer foi condenado por 17 assassinatos cometidos entre 1978 e 1991. Suas vítimas eram principalmente homens e adolescentes. Os crimes envolveram necrofilia, desmembramento e canibalismo.

Hickey, que passou décadas estudando assassinos em série, afirma que Dahmer apresentava traços de sociopatia — diferente de alguns criminosos considerados psicopatas. Segundo ele, mesmo após cometer crimes extremamente violentos, Dahmer demonstrava uma forma distorcida de culpa e até certo apego familiar.

Em relatos reunidos pelo especialista, o próprio assassino descreveu de forma perturbadora a lógica por trás de seus atos. Em uma ocasião, ele organizou oito cabeças humanas sobre uma mesa, diante de uma cadeira.

“Agora eu poderia estar cercado pelos meus amigos. Eles nunca poderiam me deixar. E eles também são fisicamente parte de mim — porque eu os comi”, disse o assassino. 

Novas análises levantadas por especialistas indicam que o número real de vítimas de Dahmer pode ser maior do que o oficialmente registrado. Alguns investigadores acreditam que os crimes possam chegar a cerca de 30 vítimas — número semelhante ao atribuído a outro serial killer famoso, Ted Bundy.

Investigação também revisita outro assassino

As declarações fazem parte de uma investigação maior conduzida pelo psicólogo e pelos pesquisadores australianos Andy Byrne e Mark Lewellyn, apresentada no podcast de true crime “Catching Evil”. O projeto também reexamina os crimes de Christopher Wilder, responsável por uma série de assassinatos nos Estados Unidos em 1984.

Conhecido como Assassino da Rainha da Beleza, Wilder é suspeito de assassinar cerca de 8 a 12 mulheres durante uma onda de crimes em 1984, embora o número exato seja incerto, pois muitas vítimas desapareceram e seus corpos nunca foram encontrados.

De acordo com especialistas envolvidos na investigação, Wilder se encaixa em um perfil ainda mais extremo do que Dahmer: o de um psicopata clássico. “Para esses indivíduos, a tortura não é um acidente. É a forma como eles processam o mundo”, explicou o especialista.

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