O que se sabe sobre a dinâmica do acidente na BR-040
Falha nos freios de carreta é uma das hipóteses investigadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF)
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Uma possível falha no sistema de freios de uma carreta está entre os elementos que devem ajudar a explicar o grave acidente que envolveu dezenas de veículos na manhã desta quarta-feira (7/10), no km 548 da BR-040, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A hipótese inicial da Polícia Rodoviária Federal (PRF) é de que o veículo tenha perdido a capacidade de reduzir a velocidade e atingido outros automóveis que trafegavam pela rodovia, dando início a uma sequência de colisões. A dinâmica, no entanto, ainda será esclarecida pela perícia.
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O acidente aconteceu por volta das 9h15, no sentido Belo Horizonte. O motorista da carreta foi identificado pelo primeiro nome como Rodolfo. Segundo informações obtidas no local, a suspeita inicial é de que tenha ocorrido um problema nos freios do veículo. A carreta será periciada, e a análise deverá verificar as condições mecânicas do caminhão, especialmente do sistema de frenagem.
O Corpo de Bombeiros contabilizou 28 veículos, sendo seis pesados e 22 leves na dinâmica do acidente. Entre os veículos envolvidos estavam uma carreta, um Jeep Compass, um guincho e duas BMWs. Eles acabaram atingidos em sequência após a colisão inicial, de acordo com a dinâmica apurada até o momento.
Carreta será periciada
A perícia do caminhão será um dos principais elementos para esclarecer o que provocou o acidente. A análise deverá verificar se houve uma falha no sistema de frenagem e, caso o problema seja confirmado, qual foi sua origem.
A avaliação pode incluir as condições dos componentes responsáveis pela frenagem e outros elementos mecânicos do veículo.
Também deverão ser considerados outros vestígios encontrados na rodovia e nos veículos envolvidos.
Motorista não apresentava sinais de embriaguez
Segundo os agentes da PRF, que acompanhou a ocorrência, o motorista da carreta não apresentava sinais aparentes de embriaguez. Não foi realizado, até o momento, teste com etilômetro que pudesse medir a concentração de álcool no organismo.
A ausência do teste, entretanto, não permite afirmar que o motorista não havia consumido álcool. A confirmação ou o descarte da hipótese depende de exame ou procedimento de fiscalização adequado.
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