Saiba quem é o ex-comandante de batalhão da PM suspeito de assédio sexual
Oficial da reserva comandou unidades da Polícia Militar, recebeu homenagens ao longo da carreira e foi preso em flagrante após denúncia por assédio sexual
compartilhe
SIGA
O tenente-coronel da reserva Welton José da Silva Baião, de 59 anos, ex-comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), foi preso em flagrante nessa terça-feira (4/8) por suspeita de assédio sexual contra uma passageira durante uma viagem. O caso aconteceu dentro de um ônibus interestadual, que partia de Belo Horizonte rumo ao Rio de Janeiro.
O coletivo da Viação Guanabara seguia viagem quando uma moça, de 34 anos, expôs que o homem, sentado na poltrona atrás dela, passou a tocar repetidamente seu corpo com os pés. Já desconfortável com essa movimentação, a vítima notou que o homem estava tentando apalpá-la com as mãos, chegando a tocar sua coxa.
Leia Mais
Quem é Welton José da Silva Baião?
Ao longo da carreira, Welton José da Silva Baião ocupou cargos de comando considerados estratégicos dentro da Polícia Militar de Minas Gerais. Entre eles, esteve à frente do 1º Batalhão da PM, uma das unidades mais tradicionais da corporação, responsável pelo policiamento de parte da região central de Belo Horizonte.
O oficial também comandou o Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo (BRPAe), unidade especializada nas operações aéreas da PM mineira, que atua em missões de policiamento, resgate, transporte aeromédico e apoio às forças de segurança.
Durante sua trajetória na corporação, Baião recebeu homenagens institucionais. Entre elas, foi agraciado com uma medalha concedida pela Justiça Militar de Minas Gerais em reconhecimento aos serviços prestados.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
Agora, o coronel da reserva é alvo de uma investigação por suspeita de assédio sexual. Após o flagrante, está custodiado em uma unidade prisional da Polícia Militar em Juiz de Fora, na Zona da Mata, enquanto aguarda a realização da audiência de custódia, que decidirá se ele permanecerá preso preventivamente ou responderá ao processo em liberdade. (Com informações de Wellington Barbosa)