A dona da sorveteria Thatá Açaiteria e Lanches, localizada no Bairro Rio Branco, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, denuncia recorrentes arrombamentos em seu comércio. De acordo com Thaís Viana da Silva, 44 anos, desde 2023 o estabelecimento passou por quatro invasões seguidas de furto, além de outras três tentativas de assalto. A última aconteceu no dia 18 de junho.

“O pessoal entra, corta as coisas, levam o dinheiro, pertences pessoais e bebidas”, indica a dona da sorveteria. Ela estima que na última invasão tenha sido furtado R$300 do caixa, mas que os danos físicos à sorveteria é o que tem pesado mais no bolso. “Ficam os prejuízos. Na penúltima vez, por exemplo, estourou o meu telhado e o forro do teto, que nem sequer arrumei.”

Além desses problemas relatados, ela comenta que o sistema de monitoramento também foi danificado em um dos últimos arrombamentos.

Todas essas agressões ao local, a fizeram ir à Polícia Militar (PM) e assinar um Boletim de Ocorrência (BO), mas que não foi suficiente para evitar que esses problemas insistissem em acontecer. 

Isso tem causado uma preocupação e afetado a rotina de sono da proprietária. “O principal o mental, o prejuízo psicológico ninguém repõe. Tira a paz para dormir. Não tenho tranquilidade, por exemplo, para ficar com meu telefone longe durante a noite”, afirmou Thaís.  

A empresária indicou que qualquer barulhinho do celular, ela o pega para olhar as câmeras de segurança. “Acordo pelo menos duas vezes à noite para ver como que a loja está.”

Outros comércios da região confirmaram a existência de furtos e arrombamentos pela região. Um responsável por um estabelecimento local, que preferiu não se identificar e nem o comércio em que atua, relatou que em uma das invasões a loja lhe causou prejuízo de R$3 mil reais. 

A PM informou informou que o policiamento é feito de modo permanente, com patrulhamentos preventivos e operações direcionadas, feitas através de análises técnicas. A corporação reforça a necessidade de registro de todas ocorrências e a necessidade de acionamento imediato do telefone 190 ou o 181, em caso de suspeitas. 

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*Estagiário sob supervisão da subeditora Juliana Lima

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