IMPACTOS NO TRANSPORTE

PBH avalia impactos no transporte coletivo do incêndio em garagem

Fogo começou no início da tarde deste domingo (7/6) e destruiu 27 ônibus no Bairro Dom Cabral

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Depois que um incêndio destruiu 27 ônibus da frota da Viação Anchieta na tarde deste domingo (07/06), a Prefeitura de Belo Horizonte informou que a Superintendência de Mobilidade do Município (Sumob), em conjunto com o consórcio e o SetraBH, está avaliando os possíveis impactos na operação do transporte coletivo.

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A PBH explicou, ainda, que o sistema de transporte coletivo da cidade opera com modelo consorciado, sendo de responsabilidade do consórcio operador garantir o cumprimento do quadro de horários e a regularidade da operação. “O consórcio deve utilizar a frota reserva e promover o remanejamento de veículos entre as empresas sempre que necessário, para assegurar o atendimento aos usuários”, diz a nota.

O Estado de Minas entrou em contato com a Viação Anchieta sobre os possíveis impactos no transporte coletivo e aguarda resposta. 

Incêndio

Informações iniciais apontam que o incêndio começou em um lote vago e passou para a garagem de ônibus. Ao menos cinco viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para combater as chamas. De acordo com os militares, 27 ônibus foram queimados. Não há registro de vítimas. Três funcionários - um segurança, um mecânico e um eletricista - estavam na garagem quando o incêndio começou.

A intensa fumaça pôde ser vista de diversos pontos da cidade.

O tenente-coronel Marcos Viana, do Corpo de Bombeiros, explica que o incêndio na garagem de ônibus exigiu atuação coordenada das equipes diante da intensidade das chamas e do risco de explosões, especialmente pela presença de um posto de combustível no local.

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“Uma equipe ficou por conta de fazer o combate, outra ficou na rua de baixo evitando que o incêndio se propagasse, outra atuou em outro ponto, e uma outra ficou por conta desse posto, para que não tivesse nenhum risco de explosão”, disse Viana. 

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