DESTRUIÇÃO

Incêndio destrói 27 ônibus em garagem na Região Noroeste de BH

Fumaça escura é vista de vários pontos da capital; fogo teria começado em lote vago e atingido estabelecimento no Bairro Dom Cabral

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Uma fumaça densa e escura chamou a atenção de moradores de diferentes pontos de Belo Horizonte na tarde deste domingo (7/6), após um incêndio atingir uma garagem de ônibus no Bairro Dom Cabral, na Região Noroeste da capital, próximo à Pontifícia Universidade Católica (PUC Minas).

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Informações iniciais apontam que o incêndio começou em um lote vago e passou para a garagem de ônibus. Ao menos cinco viaturas do Corpo de Bombeiros foram deslocadas para a Praça Edgar da Mata Machado, nº 299, para combater as chamas. De acordo com os militares aproximadamente 27 ônibus foram queimados. Não há registro de vítimas. Três funcionários - um segurança, um mecânico e um eletricista - estavam na garagem quando o incêndio começou.

 

A intensa fumaça pôde ser vista de diversos pontos da cidade, gerando preocupação entre motoristas e moradores que passavam pela região.

O tenente-coronel Marcos Viana, do Corpo de Bombeiros, explica que o incêndio na garagem de ônibus exigiu atuação coordenada das equipes diante da intensidade das chamas e do risco de explosões, especialmente pela presença de um posto de combustível no local.

Segundo ele, funcionários da empresa relataram que o fogo teve início com chamas de grande altura, com possibilidade de explosões envolvendo os próprios veículos, o que dificultou a aproximação inicial.

“Os próprios funcionários nos relataram como aconteceu a dinâmica e o que eles nos informaram foi o seguinte: num primeiro momento começaram a haver chamas muito altas, até com algumas explosões dos próprios ônibus. Eles não conseguiam nem chegar próximo, mas alguns veículos que estavam mais distantes conseguiram imediatamente ser retirados para preservá-los também”, disse.

Avaliação de riscos

O militar explicou que, ao chegar ao local, as equipes avaliaram os riscos e identificaram a necessidade de conter possíveis impactos em áreas adjacentes. De acordo com ele, o trabalho foi dividido entre diferentes frentes de atuação para conter o avanço das chamas e reduzir riscos adicionais.

“Uma equipe ficou por conta de fazer o combate, outra ficou na rua de baixo evitando que o incêndio se propagasse, outra atuou em outro ponto, e uma outra ficou por conta desse posto, para que não tivesse nenhum risco de explosão”, disse. 

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