Uma adolescente de 17 anos foi apreendida suspeita de furto em um banco de Belo Horizonte, nessa terça-feira (19/5). De acordo com a Polícia Civil (PCMG), a jovem, menor aprendiz na instituição, fazia parte de um grupo composto por menores e maiores de idade que desviavam dinheiro de correntistas e dividiam a quantia entre os membros da associação criminosa.
A apreensão faz parte de uma investigação da Delegacia Especializada em Apuração de Ato Infracional (Deai), acionada pela Polícia Federal (PF) em 2025.
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Segundo o delegado Eduardo Dantas, responsável pela apuração do caso, uma equipe da PCMG descobriu o esquema voltado ao desvio fraudulento de valores de correntistas. Dentro da organização criminosa, havia divisão de tarefas.
A adolescente era o ponto central do grupo, pois se aproveitava da confiança de clientes para praticar os atos infracionais.
“Ela coletava indevidamente credenciais de acesso a aplicativos financeiros e viabilizava a ativação de dispositivos de terceiros, permitindo que outros integrantes do grupo, atuando remotamente, realizassem transferências eletrônicas não autorizadas”, explicou Dantas.
A investigação apontou que os recursos desviados eram distribuídos entre contas de membros da organização, estratégia voltada a dificultar o rastreamento dos valores e a identificação dos responsáveis.
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Agora, a jovem responde a um procedimento investigativo que apura o ato infracional análogo ao crime de furto.
