TRAGÉDIA NA ZONA DA MATA

Buscas por último desaparecido em Ubá seguem após 14 dias da enchente

Operação do Corpo de Bombeiros mobiliza 33 militares, drones, cães farejadores e escavadeira às margens de rio na cidade mineira

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O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) mantém nesta segunda-feira (9/3) as buscas pela última vítima o profissional autônomo Luciano Franklin Fernandes – ainda desaparecida após as enchentes que atingiram Ubá, na Zona da Mata da mineira. Duas semanas após o transbordamento do rio que corta a cidade, a operação conta com 33 militares, drones com câmera térmica, cães farejadores e equipes especializadas em resgate.

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A força-tarefa é coordenada pelo 4º Batalhão do CBMMG e envolve militares de diferentes unidades do estado. Os 33 profissionais que participam da operação são provenientes do 3º Comando Operacional de Bombeiros, do 4º Batalhão, da 2ª Companhia do batalhão, da 2ª Companhia Independente e de equipes especializadas do Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres. Também integram os trabalhos o Pelotão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres, o canil do 9º Batalhão e reforços das frações de Muriaé e Viçosa.

Buscas concentradas às margens do rio

As equipes dividiram a área de atuação em três frentes de trabalho ao longo das margens do Rio Ubá, realizando varreduras sistemáticas em pontos considerados estratégicos. Em uma dessas áreas, uma escavadeira é utilizada para revirar locais identificados como de interesse durante o planejamento das buscas.

Outra frente é composta por militares especializados em Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas (BREC), técnica aplicada principalmente em cenários de desastre onde há possibilidade de vítimas sob escombros ou sedimentos.

Uso de tecnologia e cães farejadores

De acordo com os profissionais, para ampliar as chances de localização, a operação utiliza dois drones equipados com câmeras térmicas, capazes de identificar variações de temperatura em áreas de difícil acesso. Três binômios – duplas formadas por bombeiro e cão farejador – também realizam buscas terrestres em trechos selecionados.

O planejamento das ações também conta com ferramentas tecnológicas de mapeamento. O Google Earth Pro é usado para análise do terreno e definição das áreas prioritárias, enquanto a plataforma REDEMAISBRASIL auxilia na identificação da mancha de inundação e no direcionamento das equipes.

Contexto das enchentes

Nas últimas semanas, fortes chuvas provocaram o transbordamento do Rio Ubá e causaram alagamentos em vários pontos da cidade, deixando moradores desalojados e provocando danos em residências, comércios e vias públicas. Desde então, o trabalho de busca e resgate tem sido contínuo.

Segundo os bombeiros, as operações seguem enquanto houver possibilidade de localização da vítima desaparecida. A corporação reforça que as buscas são conduzidas de forma técnica, com análise diária das áreas e redirecionamento das equipes conforme novas informações surgem.

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* Estagiária sob supervisão da subeditora Tetê Monteiro

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