CARNAVAL

Banda Babadan desfila sob chuva na tarde desta quarta-feira (18/2) em BH

O grupo de sopros e percussão desfilou na capital mineira nesta quarta-feira de cinzas (18/2)

Publicidade
Carregando...

Na tarde desta quarta-feira de cinzas (18/2), a banda Babadan desfilou pelas ruas da capital mineira sob chuva. O cortejo esteve na avenida José Bonifácio, Bairro São Cristóvão, região Nordeste de BH. Esse foi o segundo desfile feito pelo grupo nesse carnaval. O primeiro foi no pré-carnaval, no dia 1/2.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

O grupo de sopros e percussão, ancorado no congado, candomblé e em bandas de Minas, fez o segundo cortejo com o mesmo tema do primeiro desfile: os 100 anos do mestre Moacir Santos.

A banda de rua foi criada em 2018 por pessoas unidas pela luta contra o preconceito étnico-racial. A banda é composta por 20 sopristas, 10 percussionistas e uma ala de dança. O repertório é principalmente instrumental, com músicas de renomados artistas mineiros e arranjos autorais, com canções que passam por ritmos como samba, afrobeat, jazz, funk e soul.

 

O homenageado foi um arranjador, compositor, maestro e multi-instrumentista, que morreu em agosto de 2006. Como compositor, trabalhou com nomes consagrados da música brasileira como Nara Leão, Roberto Menescal e Sérgio Mendes. 

 

Moacir Santos

Moacir Santos nasceu em Pernambuco, em 1926. O compositor e musicista, foi maestro nos anos 60, dava aulas de teoria musical e formou os músicos Roberto Menescal, Nara Leão, Baden Powell e Sérgio Mendes.

Em 1965 gravou seu disco de estréia, "Coisas", que poderia muito bem ser o melhor disco de jazz já feito no Brasil fosse apenas um disco de jazz. Fundindo o jazz com música erudita, personalidade afro e ritmos brasileiros, Moacir criou um estilo novo, totalmente único.

Pouco depois do lançamento do projeto, Moacir foi morar nos EUA, local em que lançou discos por gravadoras como Blue Note, escreveu trilhas para cinema e continuou dando aulas.

No Brasil, o músico assinou alguns projetos como compositor no cinema nacional como Seara Vermelha, Ganga Zumba e Os Fuzis.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Ele morreu em 2006, aos 80 anos na Califórnia, nos EUA, local em que morava desde 1967. O musicista vivia com a mulher, o filho e os três netos. Ele carregava seqüelas de um derrame sofrido nos anos 90 e não resistiu ao segundo derrame.

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay