Sepultadas duas das vítimas da chacina de Juiz de Fora
Família realizou uma cerimônia reservada, apenas com a presença de parentes. Outras três vítimas serão enterrradas nesta tarde
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Foram sepultados na manhã desta quinta-feira (08/01), no Cemitério Parque da Saudade, em Juiz de Fora, na Zona da Mata, os corpos de João Batista Fernandes de Souza, de 74 anos, e Neide Fernandes Faria de Souza, de 63, pai e madrasta do suspeito de assassinato, Jonathas dos Santos Souza, de 42 anos.
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À tarde, no Cemitério Municipal de Juiz de Fora, serão sepultados os corpos de outras três vítimas da chacina, as irmãs Mônica dos Santos Souza, de 47 anos, e Rachel dos Santos Souza, de 43, além do sobrinho Gabriel Souza Costa, de 5 anos.
Os velórios de todos os cinco membros da família são realizados no Parque da Saudade. Por decisão da família, as cerimônias acontecem de maneira reservada. Só parentes e amigos têm acesso.
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As mortes são investigadas pela Delegacia de Homicídios de Juiz de Fora. O autor, Jonathas, confessou o crime. No entanto, ele se contradisse em seus depoimentos. Na primeira versão, Jonathas teria dito que a motivação para o crime seria uma dívida. Mais tarde, alegou que o problema teriam sido atritos familiares.
O homem está preso na Delegacia de Juiz de Fora e os policiais investigam se há laudo sobre a insanidade mental do autor.
Na primeira versão, Jonathas teria dito que a motivação para o crime seria uma dívida. Mais tarde, alegou que o problema teria sido atritos familiares.
O que aconteceu
Os crimes ocorreram por volta de 7h de quarta-feira (07/1).
Segundo a PM, Jonathas foi até o terreno onde a família vive em casas separadas. Supõe-se que o primeiro a ser morto foi o pai, João Batista, e em seguida, a madrasta, Neide. Na sequência foram mortos Mônica, Rachel e o sobrinho.
Um irmão de Jonathas foi quem encontrou os corpos, chamou a polícia e denunciou o irmão. Disse, na ocasião, que ele tinha problemas mentais e tinha surtos, que o tornavam agressivo.
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Os militares foram ao apartamento de Jonathas e o encontraram lavando uma faca, supostamente usada no crime, e se preparando para lavar a roupa manchada de sangue, que teria vestido ao cometer os assassinatos.