MG: ônibus que tombou deixando mortos e feridos voltava de Réveillon na BA
Ônibus de viagem derrapou e capotou à margem da BR-365, na altura de Patos de Minas, no Triângulo Mineiro, nesta terça-feira (6/1)
compartilhe
SIGA
O ônibus que derrapou em pista molhada, capotou e deixou cinco mortos na BR-365, em Patos de Minas (MG), no Triângulo Mineiro, nesta terça-feira (6/1), voltava das festas de Réveillon de uma praia de Salvador (BA) e seguia em direção a Uberlândia. A informação foi divulgada pelo Corpo de Bombeiros.
Segundo a corporação, o coletivo levava 50 passageiros e dois motoristas. Desse total, 19 pessoas foram atendidas com traumatismos, fraturas, lacerações e cortes profundos, sendo levadas ao Hospital Regional Antônio Dias (HRAD), em Patos de Minas.
Leia Mais
Outras 28 pessoas, incluindo os dois motoristas e quatro crianças, tiveram quadros mais leves, como dores pelo corpo, sensação de mal-estar e escoriações. Elas foram encaminhadas para atendimento na Santa Casa de Misericórdia e na UPA Municipal.
À corporação, o motorista contou que perdeu o controle da direção no momento do acidente. Ele e o outro motorista do coletivo passaram por testes do bafômetro, que não apresentaram alterações.
Conforme o Corpo de Bombeiros, as cinco pessoas que morreram estavam presas às ferragens. Uma delas estava debaixo do ônibus e só foi encontrada depois que o veículo foi 'destombado'.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), chovia no momento do acidente, o que contribuiu para que o veículo derrapasse, saísse da pista e capotasse no acostamento. O veículo bateu e ficou escorado em eucaliptos à margem da rodovia. De acordo com os bombeiros, a gravidade dos ferimentos dos ocupantes se deu em razão da força com a qual o ônibus bateu contra as árvores.
Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
Em entrevista ao jornal local Patos Hoje, uma mulher, de 60 anos, relatou que “o acidente foi tão rápido que não viu” como aconteceu. Ela usava um colar cervical quando conversava com a reportagem: “Quando fui ver, estava no meio das ferragens. Foi até difícil para o menino (bombeiro) me tirar de lá", contou.