O fim do Big Brother Brasil 26 não deixou os fãs de realities órfãos por muito tempo. A Record lança, na próxima segunda-feira (27/4), a nova aposta no gênero: “Casa do patrão”, um programa que chega com proposta diferente e foco em disputas de poder dentro do confinamento.
O programa terá exibição na TV aberta e no Disney +. O comando ficará com Leandro Hassum, enquanto a direção é de Boninho, ex-diretor do BBB, no primeiro grande projeto fora da Globo.
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Ao todo, 18 participantes anônimos entram na disputa:
- Alexandre Vinicius - vendedor, do Rio de Janeiro
- Andressa Karol - vendedora e estudante de Enfermagem, natural do Piauí e moradora de Canoas (RS)
- Bianca Becker - massoterapeuta e Miss Rio Grand Rio Grande do Sul, de São Martinho (RS)
- Jackson da Fonseca - policial civil, de Curitiba (PR)
- João Victor Cassoli - desempregado, de Macaé (RJ)
- Jovan Nascimento - motoboy e instrutor de capoeira, de Recife (PE)
- Luís Fellipe Alvim - motorista de aplicativo, de Brasília (DF)
- Luiza Parlote - revendedora de cosméticos e bijuterias, natural do Espírito Santo e moradora de Ouro Preto do Oeste (RO)
- Marcelo Skova - produtor de eventos, de São Paulo
- Mariana Bernardino - trancista, do Rio de Janeiro
- Marina Keller - consultora comercial, natural do Pará e moradora de Florianópolis (SC)
- Matheus Barros - lutador profissional de MMA, de Campo Grande (RS)
- Nataly Silva - vendedora ambulante, de Recife (PE)
- Nikita Salvador - advogada, de Lagoa da Prata, e moradora de Belo Horizonte (MG)
- Sheila Barbosa - professora de matemática e psicóloga, de Salvador (BA)
- Thiago Monteiro - personal trainer e árbitro de atletismo, de Goiânia (GO)
- Vivão - estilista, de Salvador (BA)
A escolha segue a lógica de identificação com o público, mas dentro de uma estrutura mais estratégica e menos horizontal do que a vista em realities recentes.
O principal diferencial está na dinâmica semanal. A cada ciclo, um competidor assume o papel de “Patrão”, tornando-se a figura central da casa. Ele terá poder para escolher aliados, distribuir funções e indicar diretamente um participante para a eliminação, chamada de “Tá na reta”. Os demais confinados também votam, completando a formação da berlinda. As eliminações acontecerão sempre às quintas-feiras.
A estrutura do confinamento reforça essa lógica de poder. O espaço será dividido em três áreas: a Casa do Patrão, com conforto e privilégios; a Casa do Trampo, mais simples e voltada a tarefas; e a Casa da Convivência, onde todos podem interagir. A divisão deve acentuar desigualdades e alimentar conflitos, um dos motores do programa.
Um interfone ligará os ambientes 24 horas por dia, permitindo que o Patrão faça pedidos e reforce a autoridade sobre os demais. Na prática, isso significa que o participante no topo poderá influenciar diretamente o conforto, as tarefas e até o risco de eliminação dos colegas.
Ao contrário do BBB, que privilegia alianças e convivência mais equilibrada, “Casa do patrão” aposta em uma estrutura mais rígida e centralizada. A promessa é de um jogo mais tenso, com conflitos intensificados pela concentração de poder nas mãos de um único participante a cada semana.
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O reality será gravado no mesmo complexo de “A fazenda”, em Itapecerica da Serra (SP), e oferecerá um prêmio de até R$ 2 milhões ao vencedor.
