Steven Spielberg conta que acredita na existência de ETs - (crédito: Frederic J. Brown / AFP)
crédito: Frederic J. Brown / AFP
O cineasta Steven Spielbergafirmou acreditar na possibilidade de vida extraterrestree disse ter uma “forte suspeita” de que os humanos não estão sozinhos na Terra. A declaração foi feita durante um painel no Festival South by Southwest, no Texas, nos Estados Unidos, enquanto o diretor se prepara para lançar seu novo filme de ficção científica, “Dia D”, que aborda objetos voadores não identificados (OVNIs).
Embora não possua provas concretas sobre a existência de alienígenas, Spielberg afirmou considerar provável que existam outras formas de vida no universo. “Eu não sei mais do que qualquer um de vocês, mas tenho uma suspeita muito forte de que não estamos sozinhos aqui na Terra neste momento… e eu fiz um filme sobre isso”, afirmou o cineasta responsável por longas como “E.T. - o extraterrestre” e “Contatos imediatos de terceiro grau”.
O diretor também comentou ter ficado entusiasmado com declarações recentes do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama sobre o tema. Obama afirmou, em fevereiro de 2026, sobre os extraterrestres que "eles são reais, mas eu não os vi, nem estão sendo mantidos na Área 51". A declaração foi feita em tom de brincadeira durante um podcast.
Após a repercussão da entrevista, Obama publicou um trecho do vídeo em sua página no Instagram para esclarecer a declaração. Segundo ele, estatisticamente o universo é tão vasto que a existência de vida em algum lugar é plausível, mas a probabilidade de visitas alienígenas à Terra é baixa.
“Durante minha presidência não vi nenhuma evidência de que extraterrestres tenham feito contato conosco. De verdade”, afirmou.
Ao falar sobre as declarações de Obama, Spielberg revelou que sua primeira reação foi pensar no impacto que elas poderiam ter sobre o lançamento de seu novo filme. “Meu Deus, isso é ótimo para Dia D”, brincou.
Segundo o diretor, o ex-presidente teria tentado suavizar suas palavras após a repercussão. “Dois dias depois ele voltou atrás um pouco para dizer que acredita que existe vida no cosmos; o que, claro, todo mundo deveria acreditar. Porque ninguém deveria pensar que somos a única civilização inteligente em todo o universo”, disse Spielberg.
“Eu acho desde criança que não estamos sozinhos. Isso sempre me pareceu óbvio. A grande pergunta é: estamos sozinhos agora? E estivemos sozinhos nos últimos 80 anos? Estivemos sozinhos nos últimos milhares de anos?”, questionou o cineasta.
Apesar de não ter tido qualquer experiência alienígena, Spielberg confessou que gostaria de ter um encontro pessoal com seres de outros planetas. “Eu fiz um filme chamado ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ e nunca tive nem mesmo um encontro imediato de primeiro ou segundo grau”, disse em tom de brincadeira.
“Por que nunca vi nada? Metade dos meus amigos já viu OVNIs. Onde está a justiça nisso? Se alguém estiver ouvindo por aí… Eu não tenho medo de alienígenas. Não tenho medo algum”, apontou.
O diretor também afirmou que seu novo filme explora as possíveis consequências sociais de uma confirmação oficial sobre vida extraterrestre. “Acho que nosso filme leva em consideração o possível caos social que poderia acontecer. Se fosse anunciado que existe interação [com alienígenas] acontecendo há décadas, isso causaria uma ruptura em muitos sistemas de crença. Mas não acho que seria um caminho sem volta”, avaliou.
Spielberg afirmou que o interesse por extraterrestres sempre foi pessoal, muito antes de se tornar um dos cineastas mais influentes de Hollywood. Ainda no início da carreira, ele já desejava produzir um filme sobre OVNIs, mas a ideia era vista com desconfiança pelos estúdios.
O projeto só se concretizou depois do enorme sucesso de “Tubarão”. Com a liberdade criativa conquistada após o êxito comercial do longa, Spielberg conseguiu realizar “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”, lançado em 1977 e considerado um dos filmes mais marcantes sobre o tema.
Na época, a ideia de um filme sério sobre alienígenas ainda era vista com ceticismo pela indústria. O próprio diretor relembrou que muitos executivos acreditavam que a história parecia inspirada em tabloides sensacionalistas.
Nos últimos anos, o interesse do cineasta voltou a crescer. Spielberg contou que se sentiu motivado a revisitar o tema após uma reportagem publicada pelo The New York Times, em 2017, que revelou a existência de um programa secreto do governo americano dedicado a investigar objetos voadores não identificados. Audiências realizadas no Congresso dos Estados Unidos, nas quais militares e especialistas discutiram fenômenos aéreos não identificados, também reacenderam sua curiosidade.
Esses acontecimentos acabaram influenciando diretamente seu novo projeto, “Dia D”, que aborda o impacto global provocado pela confirmação da existência de vida extraterrestre.
Jennifer Hudson (1981-) – Antes de ganhar fama, Hudson trabalhava como cantora em navios de cruzeiro. Ganhou destaque no filme â??Dreamgirls: Em Busca de um Sonhoâ?, no qual venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.
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Jennifer Hudson (1981-) – Antes de ganhar fama, Hudson trabalhava como cantora em navios de cruzeiro. Ganhou destaque no filme â??Dreamgirls: Em Busca de um Sonhoâ?, no qual venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.
Wikimedia Commons David Torcivia
Alan Menken (1949-) – Mais um compositor norte-americano que conquista o “EGOT”. Alan é famoso por compor trilhas de diversos filmes dos Estúdios Disney, como “A Pequena Sereia”, “A Bela e a Fera”, “Aladdin” e “Pocahontas”, por exemplo.
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Alan Menken (1949-) – Mais um compositor norte-americano que conquista o “EGOT”. Alan é famoso por compor trilhas de diversos filmes dos Estúdios Disney, como “A Pequena Sereia”, “A Bela e a Fera”, “Aladdin” e “Pocahontas”, por exemplo.
Wikimedia Commons Sarah Ackerman
John Legend (1978-) – O cantor e compositor norte-americano se tornou o primeiro homem negro e a segunda pessoa mais jovem a conquistar o “EGOT”, aos 40 anos de idade. Prestígio!
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John Legend (1978-) – O cantor e compositor norte-americano se tornou o primeiro homem negro e a segunda pessoa mais jovem a conquistar o “EGOT”, aos 40 anos de idade. Prestígio!
Wikimedia Commons Toglenn
Tim Rice (1944-) – Colaborou com Andrew Lloyd em alguns projetos, inclusive em “Evita”. É dele a famosa canção “A Whole New World”, tema do filme “Aladdin”.
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Tim Rice (1944-) – Colaborou com Andrew Lloyd em alguns projetos, inclusive em “Evita”. É dele a famosa canção “A Whole New World”, tema do filme “Aladdin”.
Wikimedia Commons Thecharmschool
Andrew Lloyd Webber (1948-) – Ganhou o Oscar, o Grammy e o Tony pelo mesma obra: “Evita”, baseada na vida da atriz argentina Eva Perón.
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Andrew Lloyd Webber (1948-) – Ganhou o Oscar, o Grammy e o Tony pelo mesma obra: “Evita”, baseada na vida da atriz argentina Eva Perón.
Wikimedia Commons Daniel Kruczynski
Robert Lopez (1975-) – Este compositor já ganhou o Oscar duas vezes por canções originais em “Frozen” (2013) e “Viva: a Vida é uma Festa” (2017). Foi o artista mais jovem a vencer os quatro prêmios, aos 39 anos, e tudo em uma década!
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Robert Lopez (1975-) – Este compositor já ganhou o Oscar duas vezes por canções originais em “Frozen” (2013) e “Viva: a Vida é uma Festa” (2017). Foi o artista mais jovem a vencer os quatro prêmios, aos 39 anos, e tudo em uma década!
Reprodução / Instagram
Scott Rudin (1958-) – Scott produziu diversos filmes importantes em Hollywood, entre eles, “Onde os Fracos Não Têm Vez”, que lhe rendeu um Oscar. Em 2010, foi eleito pelo jornal britânico The Guardian a sétima pessoa mais poderosa da indústria cinematográfica.
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Scott Rudin (1958-) – Scott produziu diversos filmes importantes em Hollywood, entre eles, “Onde os Fracos Não Têm Vez”, que lhe rendeu um Oscar. Em 2010, foi eleito pelo jornal britânico The Guardian a sétima pessoa mais poderosa da indústria cinematográfica.
Reprodução / Instagram
Whoopi Goldberg (1955-) – A lendária atriz, que também é comediante, cantora, ativista e apresentadora, chegou ao “EGOT” quando venceu o Tony Award em 2002, pela peça “Positivamente Millie”.
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Whoopi Goldberg (1955-) – A lendária atriz, que também é comediante, cantora, ativista e apresentadora, chegou ao “EGOT” quando venceu o Tony Award em 2002, pela peça “Positivamente Millie”.
Wikimedia Commons Daniel Langer
Mike Nichols (1931-2014) – O cineasta começou sua carreira em 1950 e venceu o Oscar de Melhor Diretor pelo filme “A Primeira Noite de Um Homem” (1967), que foi apenas o segundo filme que o ator Dustin Hoffman estrelou.
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Mike Nichols (1931-2014) – O cineasta começou sua carreira em 1950 e venceu o Oscar de Melhor Diretor pelo filme “A Primeira Noite de Um Homem” (1967), que foi apenas o segundo filme que o ator Dustin Hoffman estrelou.
Wikimedia Commons McManus
Mel Brooks (1926-) – O cineasta ganhou o Emmy, o Oscar e o Tony pela mesma produção: a comédia “Primavera para Hitler”. Se tornou a 8ª pessoa a conquistar o “EGOT”.
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Mel Brooks (1926-) – O cineasta ganhou o Emmy, o Oscar e o Tony pela mesma produção: a comédia “Primavera para Hitler”. Se tornou a 8ª pessoa a conquistar o “EGOT”.
Wikimedia Commons Angela George
Jonathan Tunick (1938-) – É um orquestrador, diretor musical e compositor norte-americano. Tunick tem uma banda, os “Broadway Moonlighters”. Ganhou o Oscar pelo filme “Um Pouco de Música Noturna”, de 1977.
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Jonathan Tunick (1938-) – É um orquestrador, diretor musical e compositor norte-americano. Tunick tem uma banda, os “Broadway Moonlighters”. Ganhou o Oscar pelo filme “Um Pouco de Música Noturna”, de 1977.
Reprodução / Instagram
Marvin Hamlisch (1944-2012) – Foi um compositor e maestro norte-americano. Ele e Richard Rodgers foram os únicos a vencerem o Pulitzer (prêmio dado na área do jornalismo, literatura ou composição musical), além dos quatro principais.
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Marvin Hamlisch (1944-2012) – Foi um compositor e maestro norte-americano. Ele e Richard Rodgers foram os únicos a vencerem o Pulitzer (prêmio dado na área do jornalismo, literatura ou composição musical), além dos quatro principais.
Wikimedia Commons John Mathew Smith
Audrey Hepburn (1929-1993) – A atriz se tornou um ícone dos anos 50, nos EUA, tamanha a popularidade que atingiu. O canal de TV “VH1” a colocou em 34º na lista dos “200 Maiores Ícones da Cultura Pop de Todos os Tempos”.
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Audrey Hepburn (1929-1993) – A atriz se tornou um ícone dos anos 50, nos EUA, tamanha a popularidade que atingiu. O canal de TV “VH1” a colocou em 34º na lista dos “200 Maiores Ícones da Cultura Pop de Todos os Tempos”.
Wikimedia Commons Bud Fraker
John Gielgud (1904-2000) – Além de diretor, ele também foi um dos atores britânicos de teatro mais importantes do século XX. Chegou aos quatro prêmios quando conquistou o Emmy em 1991 por seu papel na minissérie “Summer’s Lease”.
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John Gielgud (1904-2000) – Além de diretor, ele também foi um dos atores britânicos de teatro mais importantes do século XX. Chegou aos quatro prêmios quando conquistou o Emmy em 1991 por seu papel na minissérie “Summer’s Lease”.
Wikimedia Commons Allan warren
Rita Moreno (1931-) – É a primeira artista não-americana a conseguir o feito. A atriz porto-riquenha, que conquistou o Oscar pelo clássico “Amor, Sublime Amor”, está com 91 anos e vive a avó de Toretto (Vin Diesel) em Velozes e Furiosos 10.
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Rita Moreno (1931-) – É a primeira artista não-americana a conseguir o feito. A atriz porto-riquenha, que conquistou o Oscar pelo clássico “Amor, Sublime Amor”, está com 91 anos e vive a avó de Toretto (Vin Diesel) em Velozes e Furiosos 10.
Wikimedia Commons John Ferguson
Helen Hayes (1900-1993) – Conhecida como “a primeira dama do teatro estadunidense”, Hayes é reverenciada até hoje pois foi a primeira mulher da história a conquistar os quatro prêmios.
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Helen Hayes (1900-1993) – Conhecida como “a primeira dama do teatro estadunidense”, Hayes é reverenciada até hoje pois foi a primeira mulher da história a conquistar os quatro prêmios.
Reprodução / Instagram
Richard Rodgers (1902-1979) – Embora ainda não existisse o termo na época, o compositor foi o primeiro a conquistar o “EGOT”, em 1962. Ele chegou a compor mais de 900 canções e quarenta musicais para Broadway, além de trilhas para cinema e televisão.
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Richard Rodgers (1902-1979) – Embora ainda não existisse o termo na época, o compositor foi o primeiro a conquistar o “EGOT”, em 1962. Ele chegou a compor mais de 900 canções e quarenta musicais para Broadway, além de trilhas para cinema e televisão.
Wikimedia Commons Al Aumuller
Viola Davis (1965- ) – A atriz, entre outros prêmios, foi contemplada com o Grammy de “Melhor Gravação de Audiobook, Narração e Gravação” graças à narração de sua autobiografia, o livro “Finding Me” (“Em Busca de Mim”, no Brasil), em 2023.
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Viola Davis (1965- ) – A atriz, entre outros prêmios, foi contemplada com o Grammy de “Melhor Gravação de Audiobook, Narração e Gravação” graças à narração de sua autobiografia, o livro “Finding Me” (“Em Busca de Mim”, no Brasil), em 2023.
Reprodução / Instagram
Elton John (1947-) – Com o Emmy recebido em janeiro de 2024 por Melhor Especial de Variedades, o cantor Elton John passou a ser detentor do EGOT. Ele é um dos produtores do especial “Elton John: O Show da Despedida” e, por isso, recebeu a estatueta do prêmio da Televisão.
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Elton John (1947-) – Com o Emmy recebido em janeiro de 2024 por Melhor Especial de Variedades, o cantor Elton John passou a ser detentor do EGOT. Ele é um dos produtores do especial “Elton John: O Show da Despedida” e, por isso, recebeu a estatueta do prêmio da Televisão.
Reprodução Instagram
O termo foi criado acidentalmente pelo ator Philip Michael Thomas, em 1984, durante uma entrevista à Associated Press. À época, questionado sobre seus planos para o futuro, o ator, ao mencionar o desejo de vencer os quatro principais, usou a sigla “EGOT”. Veja alguns artistas vivos ou mortos com esse título especial.
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O termo foi criado acidentalmente pelo ator Philip Michael Thomas, em 1984, durante uma entrevista à Associated Press. À época, questionado sobre seus planos para o futuro, o ator, ao mencionar o desejo de vencer os quatro principais, usou a sigla “EGOT”. Veja alguns artistas vivos ou mortos com esse título especial.
Domínio Público
O cineasta Steven Spielberg venceu o Grammy de Melhor Filme Musical por produzir o documentário Music By John Williams, que celebra a carreira do lendário compositor com quem colabora há décadas. Com essa conquista na 68ª edição do Grammy Awards, ele alcançou o tão cobiçado status de EGOT.
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O cineasta Steven Spielberg venceu o Grammy de Melhor Filme Musical por produzir o documentário Music By John Williams, que celebra a carreira do lendário compositor com quem colabora há décadas. Com essa conquista na 68ª edição do Grammy Awards, ele alcançou o tão cobiçado status de EGOT.