Cine Santa Tereza exibe filmes de Wagner Moura de graça
Retrospectiva com longas estrelados pelo ator baiano tem nove títulos, incluindo 'Tropa de Elite', de José Padilha, e 'Saneamento básico', de Jorge Furtado
Fernanda Torres brilhou no divertido "Saneamento básico – O filme" (foto), de Jorge Furtado. O cineasta gaúcho e sua trupe (Fernanda, Wagner Moura, Lázaro Ramos, Camila Pitanga e Paulo José, entre outros) conseguiram fazer graça com tema espinhoso: a falta de esgoto numa pequena cidade interiorana.
- (crédito: Casa de Cinema de Porto Alegre/reprodução)
crédito: Casa de Cinema de Porto Alegre/reprodução
A partir deste domingo (1º/2) até 8 de fevereiro, o Cine Santa Tereza apresenta a mostra “Wagner Moura em Cena”. Serão exibidos nove filmes do ator baiano, desde os populares “Tropa de Elite” (1 e 2), de José Padilha, e “Saneamento básico – O filme”, de Jorge Furtado, até produções menos conhecidas, como “Romance”, de Guel Arraes, e “Nina”, de Heitor Dhalia. As sessões são gratuitas, com retirada de ingressos pelo Sympla ou na bilheteria do cinema, 30 minutos antes das sessões.
A abertura da mostra será às 16h30, com a exibição de “Tropa de Elite”. Na sequência, às 19h, haverá sessão de “Tropa de Elite 2 – O inimigo agora é outro”.
A partir de terça-feira 3/2), os horários das exibições variam entre 16h30, 17h e 19h.
Confira abaixo a programação completa:
Terça-feira (3/2), às 19h — “Saneamento básico – O filme”, de Jorge Furtado
Quarta-feira (4/2), às 19h — “Romance”, de Guel Arraes
Quinta-feira (5/2), às 17h — “Nina”, de Heitor Dhalia
Sexta-feira (6/2), às 17h — “Ó Paí, Ó”, de Monique Gardenberg
Sexta-feira (6/2), às 19h — “Cidade Baixa”, de Sérgio Machado
Sábado (7/2), às 19h — “Saneamento básico – O filme”, de Jorge Furtado
Domingo (8/2), às 16h30 — “A Máquina”, de João Falcão
Domingo (8/2), às 19h — “O Homem do Futuro”, de Cláudio Soares
Desde 1961 — quando usou o tapete vermelho pela primeira vez —, o Oscar ajudou a transformar objeto em um espetáculo à parte, com transmissões televisivas focadas nos figurinos, entrevistas e chegada dos artistas.
Reprodução/YouTube
A ligação direta com o entretenimento começou em 1922, quando um tapete vermelho foi usado na estreia do filme "Robin Hood", no Egyptian Theatre, em Hollywood, para guiar as estrelas até seus assentos.
Freepik/rawpixel.com
Nos Estados Unidos, há registros do uso do tapete vermelho já no século 19, especialmente em recepções oficiais e eventos políticos.
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Séculos depois, o simbolismo continuou a ser usado em cerimônias reais e diplomáticas.
Moshe Harosh/Pixabay
No texto, o rei Agamemnon retorna vitorioso da Guerra de Troia. Sua esposa, Clitemnestra, ordena que um caminho carmesim (vermelho escuro) seja estendido para ele.
Sandra Filipe/Unsplash
A primeira menção histórica a um tapete vermelho aparece na literatura da Grécia Antiga, especificamente na peça Agamemnon (458 a.C.), de Ésquilo.
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Muito antes de se tornar um elemento do glamour de Hollywood, o tapete vermelho nas premiações tem uma origem antiga e simbólica, ligada à ideia de honra e poder.
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Um dos grandes destaques em premiações como o Globo de Ouro, o tapete vermelho é sempre um momento que desperta atenção da audiência. Mas você sabe como surgiu essa tradição? Veja a seguir!
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Entre os filmes, “Uma Batalha Após a Outra” também se destacou, vencendo quatro categorias, entre elas Melhor Filme de Comédia ou Musical e Melhor Direção para Paul Thomas Anderson.
Divulgação/Warner Bros. Pictures
Destaque para Owen Cooper, de 16 anos, que se tornou o mais jovem vencedor da categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Televisão.
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Nas categorias de TV, a série “Adolescência” foi a mais premiada da noite, levando quatro troféus, incluindo Melhor Série Limitada.
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Ao receber o troféu de Melhor Ator, Wagner Moura fez um discurso emocionado, agradeceu aos colegas indicados e ao diretor. Ele ainda encerrou falando em português, exaltando o Brasil e a cultura brasileira.
Reprodução/TV Globo
Dirigido por Kleber Mendonça Filho, "O Agente Secreto" marcou o retorno do Brasil à lista de vencedores do Globo de Ouro após 27 anos, desde o triunfo de “Central do Brasil”.
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O longa também concorreu a Melhor Filme de Drama, mas o prêmio ficou com “Hamnet”, adaptação do livro de Maggie O’Farrell que narra a história do filho de William Shakespeare e o amor que inspirou a criação de “Hamlet”.
Divulgac?a?o/Agata Grzybowska/Focus Features
A produção conquistou dois prêmios: Melhor Filme de Língua Não Inglesa e — pela 1ª vez na história — Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.
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O filme brasileiro “O Agente Secreto” foi um dos grandes destaques do Globo de Ouro 2026, realizado neste dia 12 de janeiro, em Los Angeles.
Divulgac?a?o/Globo