Helvécio Carlos
Helvécio Carlos
Com 30 anos dedicados ao jornalismo, com passagens por emissoras de rádio e assessoria de imprensa, é desde 2001 titular da coluna Hit, do jornal Estado de Minas. Entre 2011 e 2017 foi editor da revista Hit, publicação de lifestyle.
HIT

Com oito sessões em quatro dias, monólogo vai bater recorde em BH

'O céu da língua', com Gregório Duvivier, fica em cartaz no Palácio das Artes de 22 a 25 de abril, comemorando os 25 anos do projeto Teatro em Movimento

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O tempo curto entre a estreia de “O céu da língua” em Belo Horizonte, em outubro do ano passado, e a nova temporada, agora em abril, prova que o monólogo de Gregório Duvivier é um sucesso. A

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peça terá oito sessões, de 22/4 a 25/4, no Palácio das Artes, e os ingressos já estão quase esgotados. Ou seja, cerca de 13 mil pessoas verão na capital mineira a comédia dirigida por Luciana Paes, que fala sobre a presença quase invisível da poesia no cotidiano.

A montagem já levou 218 mil espectadores ao teatro, percorreu 33 cidades brasileiras e atualmente faz turnê em 12 cidades europeias. Um presente e tanto para abrir as comemorações dos 25 anos do projeto Teatro em Movimento, de Tatyana Rubim.


• BODAS DE PRATA
Teatro em Movimento é uma das mais ativas e importantes plataformas de artes cênicas do país. Os números não deixam mentir. Ao longo de 25 anos, Tatyana Rubim apresentou cerca de 300 espetáculos a mais de 400 mil espectadores em 15 cidades.

Fazem parte da programação de aniversário a peça “Olhos nos olhos”, com Ana Lúcia Torre; “O motociclista no globo da morte”, com Eduardo Moscovis; “Mudando de pele”, com Taís Araujo; “Homem com H”, com Silvero Pereira; “Marrom – O musical”, com texto e direção de Miguel Falabella; “Amar e mudar as coisas”, com Marisa Orth, Buhr e Taciana Barros; “O figurante”, com Mateus Solano, que também retorna a BH; e “O enclausurado”, com Maeve Jinkings. Também estão na agenda os infantis “MPBaixinhos”, “A guitarra mágica”, “Encontro de vilões” e “Bluey”.


• TODOS OS SONS
A cantora Mônica Salmaso fará participação no “Especial Minas de todos os sons”, em 30 de abril e 1º de maio, às 20h30, na Sala Minas Gerais.

Sob o comando do maestro José Soares, regente associado da Filarmônica de Minas Gerais, a orquestra vai homenagear a canção mineira e seus criadores, como Lô Borges, Milton Nascimento e Fernando Brant, entre outros.

O programa alterna momentos exclusivamente orquestrais com as canções interpretadas por Mônica. A partir do meio-dia desta quarta-feira (1º/4), os ingressos estarão à venda no site da Filarmônica e na bilheteria da sala, no Barro Preto.


• MINAS COM PARÁ
Em abril, quatro mestres da cultura popular de Alter do Chão – Hermes Caldeira, Paulinho Barreto, Duka do Sax e Sereia Rayla Borari – chegam a Belo Horizonte para a segunda edição do Festival Minas com Pará, cuja programação será dividida entre a sede do Grupo Aruanda e a Casa Bantu, local de encerramento do evento, no próximo dia 11, reunindo DJ Carol Blois, Meninas de Sinhá, Aruanda, DJ Black Josie e Tambor Mineiro.

Outras atrações serão o Carimbó das Minas e a banda Tutu com Tacacá, que celebra seus 10 anos de trajetória.


• MULHERES EM CENA
Vida e obra de Chiquinha Gonzaga (1847 -1935) inspiram o espetáculo infantojuvenil “Francisca menina no país das melodias”, que será apresentado em 11,12, 18 e 19 de abril, no Teatro Marília. Realizada majoritariamente por mulheres, a produção foi idealizada por Priscila Norberto e Heloisa Mandareli, que também assina dramaturgia e direção-geral.

A direção musical é de Júlia Nascimento. O elenco reúne as atrizes Ana Bárbara Coura e Larissa Ribeiro com o grupo Chorosas, formado por Priscila Norberto (flauta), Bárbara Carvalho (pandeiro e percussão), Cissa do Cavaco (cavaquinho), Poliana Soares (clarinete) e Luciana Alvarenga (piano).


• RED VELVET
Coquetelaria e confeitaria em diálogo. Esta é a proposta do Carola Restobar, aberto pelo mineiro Wilson Oliveira na Consolação, em São Paulo. A casa acaba de lançar a red velvet, bebida inspirada na iguaria homônima, que leva morango, grenadine, mousse de limão e vodca.

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A princípio, o drinque era cortesia do bar exclusivamente para quem comemorava aniversário por lá. Devido à grande aceitação, foi incorporado à carta e, atualmente, é um dos carros-chefes do Carola. O mixologista equilibrou os sabores doce e cítrico, características do bolo vermelho, com uma nota alcoólica.

As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.

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