DIA DE CONSCIENTIZAÇÃO

Fibromialgia afeta até 3% dos brasileiros e agora é considerada deficiência

Fatores genéticos, traumas físicos ou emocionais, infecções virais e doenças autoimunes podem estar envolvidos no surgimento da condição

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A fibromialgia é uma condição de saúde caracterizada por uma dor difusa nos músculos, tendões e ligamentos, associada a uma sensibilidade anormal ao toque e à pressão. De acordo com dados dos Ministério da Saúde, a fibromialgia afeta cerca de 2% a 3% da população brasileira, sendo mais prevalente entre mulheres de 30 a 50 anos.

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Em janeiro de 2026, as pessoas com fibromialgia passaram a ser oficialmente reconhecidas como pessoas com deficiência (PcD). A medida está prevista na Lei nº 15.176, de 2025, publicada no Diário Oficial da União, após ser sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aprovação da lei pelo Congresso Nacional ocorreu em 2 de julho de 2025.

Causas e diagnóstico

As causas exatas da fibromialgia ainda não estão totalmente compreendidas. Fatores genéticos, traumas físicos ou emocionais, infecções virais e doenças autoimunes também podem estar envolvidos no surgimento da condição.

“O diagnóstico da fibromialgia é totalmente clínico. Para que seja feito o paciente precisa apresentar alguns sintomas como dor generalizada, indisposição, fadiga, ansiedade e dificuldades para dormir”, afirma o ortopedista, cirurgião de mão e punho, Maurício Leite.

O especialista também explica como é feito o diagnóstico. “Utilizamos alguns exames de exclusão, já que os sintomas da fibromialgia podem se confundidos com os de doenças reumatológicas – a exemplo da artrite reumatoide. Nesses casos, costumo solicitar exames relacionados ao reumatismo, se os resultados forem negativos, o diagnóstico de fibromialgia é confirmado. Mas não há um exame 100% específico para diagnosticar a doença”, reitera.

Tratamento e prevenção

Embora não tenha cura, a fibromialgia pode se controlada por meio de uma abordagem multidisciplinar. É possível reduzir os riscos e melhorar a qualidade de vida adotando hábitos saudáveis, como manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem e respeitar uma rotina de sono adequada.

Em algumas situações são indicados suplementos vitamínicos e até o uso de antidepressivos. A terapia também faz parte do tratamento complementar, contribuindo para o bem-estar emocional do paciente.

O diagnóstico precoce, aliado ao acompanhamento médico contínuo, é fundamental para evitar o agravamento dos sintomas. A prevenção está diretamente ligada à adoção de um estilo de vida saudável, que favoreça o equilíbrio entre corpo e mente.

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Procurar ajuda médica o quanto antes permite uma avaliação precisa, evitando a evolução do quadro clínico e possibilitando o início do tratamento o mais cedo possível, caso a fibromialgia seja diagnosticada.

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