A campanha de vacinação contra a gripe no SUS (Sistema Único de Saúde) começou no sábado (28/3) e segue até 30 de maio.

Podem se imunizar as pessoas que integram os grupos prioritários, considerados mais vulneráveis a desenvolver formas graves da doença: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos e profissionais de saúde. Estados e municípios, contudo, têm autonomia para ampliar o público-alvo, como fez São Paulo, por exemplo.

O crescimento dos casos de gripe reforça a importância da proteção – todas as unidades da federação registraram aumento nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) nas últimas seis semanas, segundo o boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado na quinta-feira (26/3). A alta das formas graves é impulsionada pelo crescimento das internações por influenza A.

Veja a seguir tudo o que você precisa saber sobre a vacinação contra a gripe.

Quem pode tomar a vacina na rede pública?

Os grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde são crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, idosos e profissionais de saúde.

Quando começa?

A campanha nacional começou no sábado (28/3), com o Dia D de mobilização pelo SUS, e segue até o dia 30 de maio. As doses foram enviadas para as regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

Na região Norte, a vacinação ocorrerá no segundo semestre, devido à sazonalidade diferente do vírus.

Quanto custa a vacina na rede privada?

Na rede privada, o imunizante contra a gripe custa cerca de R$ 99.

Por que é preciso tomar a vacina todos os anos?

O vírus influenza sofre mutações frequentes, e por isso a vacina é atualizada todos os anos. As doses, portanto, são reformuladas para proteger contra as cepas que mais circulam em cada período.

Além disso, a proteção diminui ao longo do tempo, especialmente em idosos, por isso a vacinação anual é recomendada.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Quem tem esclerose múltipla e hipotireoidismo pode tomar a vacina?

Pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos prioritários em São Paulo, incluindo a vacinação de pessoas com esclerose múltipla, hipotireoidismo, diabetes, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares (como insuficiência cardíaca), câncer, entre outras.

compartilhe