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Estado de Minas CULINÁRIA LOCAL

Festival do Peixe reabre temporada de eventos no Centro-Oeste de Minas

Organização quer resgatar turismo e o movimentar economia atingidos desde o início da pandemia


12/08/2021 16:36 - atualizado 12/08/2021 20:12

Serão 17 bares e restaurantes participantes do Festival do Peixe, em Lagoa da Prata(foto: Divulgação/Festival do Peixe)
Serão 17 bares e restaurantes participantes do Festival do Peixe, em Lagoa da Prata (foto: Divulgação/Festival do Peixe)

Resgatar o turismo, movimentar a economia e valorizar a culinária local. Essas são as propostas da 8ª edição do Festival do Peixe que começa nesta quinta-feira (12/8) e promete mapear os sabores de Lagoa da Prata, no Centro-Oeste de Minas Gerais. 

 

O evento reabre a temporada gastronômica da região paralisada por causa da pandemia da COVID-19. Para a realização foram elaborados protocolos específicos e já aprovados pelos órgãos de saúde do município. 

Com 17 bares e restaurantes participantes, este ano o festival tem como tema “vida mais saudável”. Ele mesclará a gastronomia com atividades esportivas. O “mapa do sabor” oferece ao público opções diversificadas de pratos à base de pescados, desde a tradicional tilápia, a camarão. 

Paralelo, será desenvolvido o “circuito H20”. Trata-se de uma proposta esportiva que envolve passeios ciclísticos, maratonas e jogos diversos que terão como palco a praia municipal. 
 
Os pratos serão vendidos a preço único no Festival do Peixe(foto: Divulgação/Festival do Peixe)
Os pratos serão vendidos a preço único no Festival do Peixe (foto: Divulgação/Festival do Peixe)


Potencial turístico


Ao longo de pouco mais de um mês de evento a organização espera comercializar 8 mil pratos a preço único, R$ 32,90. “A expectativa para este ano é de receber mais visitantes da região e uma venda mais expressiva principalmente pela volta depois de quase 2 anos sem a realização”, comentou o organizador, Antônio Cláudio Pereira da Silva, o Tatau. É o primeiro festival presencial do Centro-Oeste desde março de 2020.

São esperados mais de 20 mil clientes nos bares e delivery. Em 2019, último ano do evento, os estabelecimento movimentaram receita de R$400 mil.

O festival também vem resgatar o potencial turístico de Lagoa da Prata após mais de um ano com eventos suspensos devido a pandemia. “A nossa proposta é trazer a região para a cidade, claro que com reponsabilidade, estamos fazendo de acordo com os protocolos”, explicou. Ao mesmo tempo, movimenta a economia com “geração de emprego e renda”.

Após um ano de portas fechadas, David Ribeiro reabriu o bar há cerca de quatro meses. Para ele, o festival será uma oportunidade de fomentar o negócio. “É um evento muito grande, participo desde a primeira edição, acredito que movimentará o comércio local, claro que com as limitações que a pandemia ainda impõe”, comentou.

O evento será encerrado no dia 23 de setembro com a “saideira”, uma live solidária em prol de uma entidade local. Na ocasião, serão anunciados os vencedores. Ao longo das semanas também serão distribuídos R$ 25 mil em prêmios.

*Amanda Quintiliano especial para o EM


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