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Estado de Minas TURISMO INTERNACIONAL

Com reabertura das fronteiras, novas exigências para o turismo são adotadas

Com o avanço da vacinação, brasileiros voltam a programar viagens para o exterior; conheça novas regras para os viajantes


27/07/2021 16:18 - atualizado 27/07/2021 17:00

Com o avanço da vacinação, brasileiros voltam a programar viagens para o exterior(foto: Panrotas/Reprodução )
Com o avanço da vacinação, brasileiros voltam a programar viagens para o exterior (foto: Panrotas/Reprodução )
Com a retomada do turismo, após o avanço da vacinação no país, as fronteiras voltam a se abrir para os brasileiros. Atualmente, 104 países estrangeiros já permitem a entrada de pessoas vindas do Brasil. Entretanto, após mais de um ano de pandemia, o turista precisará se adaptar às novas regras de viagem

A comprovação da vacina, a realização do teste PCR e um período de isolamento são requisitos na grande maioria dos países. Além disso, um seguro viagem com cobertura para COVID-19 está na lista de exigências. A medida previne que o país hospitaleiro tenha a responsabilidade financeira de cuidar da saúde do viajante. 

Novas exigências 


A obrigatoriedade do isolamento é uma variante entre os países. Na França, por exemplo, em caso de imunização completa, a quarentena não é necessária.  

Nos Estados Unidos, por outro lado, independente da imunização, um isolamento de 14 dias é exigido. A quarentena deve ser cumprida em um dos países aprovados pelo governo norte-americano. O país vizinho, México, é uma das opções para o viajante. 

Já na Alemanha, o Brasil continua na lista de alto risco por conta das variantes da COVID-19. O brasileiro que deseja ingressar no país deve estar disposto a encarar várias horas nos aeroportos e incertezas no embarque. 

Para a estudante belo-horizontina Ana Carolina Mendes, de 23 anos, sair do Brasil é o "pior". Ela embarcou rumo à Alemanha em março deste ano, após ser aceita em um programa de intercâmbio internacional no país. 

Para receber a permissão de ingresso na União Europeia (UE), a estudante precisou alterar suas passagens. Destinou sua viagem para o Chile, onde cumpriu quarentena rigorosa de dez dias e, então, embarcou para a Alemanha, com conexão na França. 

“O Chile estava em quarentena pesada, para entrar precisei fazer o exame PCR e possuir um seguro viagem com cobertura de U$ 30 mil”, conta. Atualmente, o país mantém suas fronteiras fechadas para quem voa diretamente do Brasil. 

O estudante Marcelo Baeta, também intercambista na Alemanha, conta que teve que ser flexível para conseguir sair do país rumo a universidade estrangeira. Mineiro e com 22 anos, ele teve a passagem adiada três vezes. 

“O semestre na Alemanha começou e eu ainda estava no Brasil. Quando vi que a fronteira não abriria, comecei a buscar possibilidades de entrar no país”, compartilha. 

O estudante brasileiro, Marcelo Baeta, chega à Alemanha após inúmeras tentativas de ingresso no país (foto: Arquivo Pessoal/Reprodução )
O estudante brasileiro, Marcelo Baeta, chega à Alemanha após inúmeras tentativas de ingresso no país (foto: Arquivo Pessoal/Reprodução )
O estudante tentou embarcar para o Chile, França, Holanda e Suíça, sem sucesso. Somente no aeroporto, com exame PCR em mãos que ele conseguiu autorização para embarcar para a Croácia, onde permaneceu em quarentena por dez dias e seguiu de ônibus para a Alemanha.  

Marcelo acredita que a reabertura das fronteiras é um bom sinal e que isso refletirá no crescimento da economia. “É a única opção para retomada do turismo, mesmo com obrigatoriedade da quarentena já uma boa notícia para quem quer viajar novamente”, conclui. 

Comprovação da vacina 

A comprovação da vacina é indispensável para a maioria das viagens internacionais. O uso da máscara também é obrigatório na maioria dos países, a regra é ainda mais rígida nos aeroportos e aeronaves. 

Segundo uma pesquisa do site Booking.com, 70% dos brasileiros não têm problema em apresentar o comprovante de vacinação.  Dos entrevistados, 77% aceitam usar máscara. 

Quanto ao seguro viagem,  as coberturas devem oferecer assistência médica em caso de COVID-19 pelo tempo total de estadia no país. 


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