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Estado de Minas ELEIÇÕES 2022

Lula em Salvador: 'Não toleraremos qualquer espécie de ameaça'

Comemoração do dia da 'Independência da Bahia' reuniu os quatro principais pré-candidatos à presidência da República


02/07/2022 17:58 - atualizado 02/07/2022 19:09

Lula ao lado de Alckmin, Jeronimo Rodrigues, Rui Costa e outros políticos com apoiadores ao fundo
Lula esteve ao lado do seu vice Geraldo Alckmin (PSB), do governador Rui Costa (PT) e do pré-candidato ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) (foto: Ricardo Stuckert)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou neste sábado (2/7) das comemorações do feriado estadual do dia da "Independência da Bahia", em Salvador. O petista cobrou compromisso do exército com a democracia, defendeu as estatais e ressaltou a importância da Amazônia, com menção a Bruno Pereira e Dom Phillips.

 

"É necessário superar o autoritarismo e as ameaças antidemocráticas. Não toleraremos qualquer espécie de ameaça ou tutela sobre as instituições representativas do voto popular", declarou. 

 


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Durante o ato simbólico na cidade, o presidente falou sobre os preços dos combustíveis e cobrou a redução do ICMS, um imposto estadual. Bolsonaro ainda fez provocações aos adversários.

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A tradição política do estado reuniu os quatro principais pré-candidatos à Presidência da República nas eleições de 2022: Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB).

 

Lula esteve no "Grande Ato da Independência" ao lado do seu vice Geraldo Alckmin (PSB), do governador Rui Costa (PT) e do pré-candidato do partido ao governo do estado, Jerônimo Rodrigues.  

 

"A independência do Brasil é resultado de uma luta que começou antes do 7 de setembro. Talvez em nenhum outro estado do Brasil a população tenha sido tão protagonista dessa história quanto na Bahia", disse. 

 


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O pré-candidato à presidência Luís Inácio Lula da Silva (PT) declarou na manhã desta sexta-feira (1º/7) que não é papel das Forças Armadas intervir no processo eleitoral. O petista afirmou que cuidar das urnas eletrônicas é função da Justiça Eleitoral.

"Quem tem que fiscalizar é a sociedade civil e quem tem que fazer as mudanças é o Congresso Nacional", afirmou o pré-candidato. Em meio aos questionamentos do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a segurança das urnas, Lula apontou que, em todos esses anos, ele foi eleito por vários mandatos como deputado pelas urnas eletrônicas.

"O filho dele foi eleito, ele foi eleito Presidente da República pelos votos nas urnas eletrônicas. Não tem um prefeito questionando, não tem um governador questionando, só ele. Ele quer criar confusão", declarou Lula.

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"É contra esse desgoverno – e todo o mal que ele causa ao país e ao povo brasileiro – que nós precisamos fazer a nossa nova independência. E eu tenho certeza de que ela virá, a partir das eleições de 2 de outubro", declarou.

 


Leia mais: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2022/06/30/interna_politica,1377205/senado-aprova-pec-do-estado-de-emergencia.shtml

O Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (30/6), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 1/2022), que prevê o reconhecimento de um suposto "estado de emergência" para criação de um voucher aos caminhoneiros autônomos. O texto, de autoria do senador Alexandre Silveira (PSD/MG), foi apresentado em fevereiro e pretende também ampliar o Auxílio Brasil e o auxílio-gás.

Devido à urgência da pauta, o primeiro e segundo turno foram votados na sequência. Foram 72 votos favoráveis e apenas um contra, do senador José Serra (PSDB). Com isso, serão injetados diretamente na economia brasileira aproximadamente R$ 38 bilhões até o fim do ano. O auxílio-gás, que atualmente é de R$ 60 a cada dois meses, passará para R$ 120 por bimestre, ao custo de mais de R$ 1 bilhão extras.

Já o Auxílio Brasil passará dos atuais R$ 400 para R$ 600. A previsão é de um desembolso por parte da União é de cerca de R$ 26 bilhões.

Além disso, por se tratar de um ano eleitoral, a legislação proíbe a criação de novos benefícios sociais. Neste caso, foi incluído o suposto %u201Cestado de emergência%u201D provocado pelo aumento no preço dos combustíveis para abranger também o %u201Cvoucher caminhoneiro%u201D. O benefício terá o valor de R$ 1.000 e atenderá apenas profissionais autônomos cadastrados em registro nacional até 31 de maio deste ano. Assim, o governo precisará reservar R$ 5,4 bilhões.

A proposta ainda prevê subsídio para o setor de transportes públicos urbanos e metropolitanos com o objetivo de impedir o aumento das passagens de ônibus. A estimativa para esse gasto é de 2,5 bilhões. Ao todo, a proposta tem impacto previsto de R$ 38,75 bilhões além do teto de gastos do governo, por isso está sendo chamada de "PEC Kamikaze".

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"Lutar por uma nova independência é defender a Petrobras, a Eletrobrás e os Correios, empresas que foram construídas com o suor do povo brasileiro e são peças-chave para a nossa soberania", afirmou.


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