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Kalil critica 'lonjura' de Confins e diz que o aeroporto é uma 'porcaria'

Pré-candidato ao governo criticou a ideia da gestão de Zema de entregar o Aeroporto da Pampulha ao setor privado; segundo ele, a ideia é 'matar' o terminal


23/05/2022 13:28 - atualizado 23/05/2022 15:19

O ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil
Alexandre Kalil vai disputar o governo mineiro pelo PSD (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
O pré-candidato do PSD ao governo mineiro, Alexandre Kalil (PSD), criticou nesta segunda-feira (23/5) a estrutura do Aeroporto de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo ele, a concessão à iniciativa privada do Aeroporto da Pampulha, em BH, ajuda a perpetuar Confins como o único terminal de grande porte do estado.


"A pior estrutura do Brasil é a de Confins, na minha opinião. Não venham me rebater, porque acho. Acho uma porcaria aquele aeroporto", disse, durante participação no "EM Entrevista", podcast do Estado de Minas e do Portal Uai.



Desde fevereiro deste ano, o Aeroporto da Pampulha é administrado pelo Grupo CCR, controlador da BH Airport, responsável por gerir Confins. A entrega da pista ao setor privado foi feita pelo governo de Romeu Zema (Novo).

"Não há projeto de nada no governo. Foi entregue com a promessa de que ia privatizar. Privatizou. Ganhou [a empresa que controla] Confins. Não sei o nome da empresa. O objetivo é liquidar o Aeroporto da Pampulha para que Confins continue, naquela lonjura toda, com aquela estrutura horrível", afirmou Kalil.

A Concessão do Aeroporto da Pampulha custou R$ 34 milhões à CCR. Segundo Kalil, a privatização ocorreu "a toque de caixa".

"Vão matar um aeroporto. É o único estado que não pode ter dois aeroportos. Rio e São Paulo têm, mas Minas Gerais não pode, porque se apequenou a esse ponto".


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