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Estado de Minas GOVERNO DE MINAS

Troca na Secretaria de Planejamento de Minas será oficializada até quinta

Luísa Barreto vai assumir chefia da secretaria no lugar de Otto Levy, que pediu para deixar o governo de Minas


12/04/2021 09:53 - atualizado 12/04/2021 10:07

Candidata à Prefeitura de BH em 2020, Luísa Barreto será a secretária de Planejamento(foto: Túlio Santos/EM/DA Press)
Candidata à Prefeitura de BH em 2020, Luísa Barreto será a secretária de Planejamento (foto: Túlio Santos/EM/DA Press)
A Secretaria de Planejamento de Gestão do governo de Minas sofrerá uma importante alteração nesta semana. Otto Levy, então chefe da pasta, pediu na última sexta-feira (09/04) para deixar o posto por motivos pessoais. Luísa Barreto, atual presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater), será a substituta. A troca será oficializada até quinta-feira (15/4), data prevista para a posse de Barreto.

Luísa Barreto, de 36 anos, é servidora pública de carreira e foi secretária-adjunta de Planejamento e Gestão do governo de Minas entre 2019 e 2020, quando saiu para se candidatar à Prefeitura de Belo Horizonte nas eleições municipais do ano passado, filiada ao PSDB. Ela foi a sétima mais votada, com 1,36% dos votos válidos. Na ocasião, Alexandre Kalil (PSD) venceu e se reelegeu em primeiro turno, com 63,36%.

Otto Levy estava no governo de Minas desde o início da gestão do governador Romeu Zema (Novo), em janeiro de 2019. Ele deixa o posto com legado de pagamento de salários do funcionalismo público, mesmo que parcelado em duas vezes ao mês para servidores que não sejam da Saúde ou da Segurança Pública, e com uma lacuna, relacionada às privatizações.

Além de não conseguir avançar com a privatização de grandes empresas estatais, como Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Levy não emplacou a venda da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig).

Em dezembro de 2019, o governo de Minas conseguiu, com aval da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a negociação de 49% pela antecipação dos recebíveis do nióbio.

Apesar disso, a venda não saiu do papel, e o governo de Minas mudou a estratégia, agora tentando vender de até 100% da participação da empresa estatal. Isso, contudo, ainda não foi apreciado pela ALMG, que tem focado nas ações relacionadas à pandemia de COVID-19.

E a Emater?


Para presidir a Emater, o governo de Minas vai apresentar ao Conselho de Administração o Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) o nome de Otávio Maia. Ele já ocupou o cargo de subsecretário de Gestão Estratégica ao longo dos 16 anos de experiência no Executivo estadual. Maia é pós-graduado em Administração Pública pela Fundação João Pinheiro e mestre em Economia de Empresas pela Faculdade de Estudos Administrativos (FEAD).


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