
Decotelli é peça central da mais recente polêmica envolvendo Bolsonaro. O economista foi nomeado como sucessor de Abraham Weintraub no último dia 25 e já vinha trabalhando no comando do Ministério da Educação.
No entanto, uma série de inconsistências informadas em seu currículo foram colocadas à prova e causaram sua demissão, nesta terça-feira, antes mesmo da assinatura do termo de posse, adiada pelo governo por causa da polêmica.
No entanto, uma série de inconsistências informadas em seu currículo foram colocadas à prova e causaram sua demissão, nesta terça-feira, antes mesmo da assinatura do termo de posse, adiada pelo governo por causa da polêmica.
Entre os pontos contestados estão as afirmações de que Decotelli havia sido professor na Fundação Getúlio Vargas (FGV), além da obtenção de doutorado na Universidade de Rosário, na Argentina, e pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha.
As três instituições desmentiram o economista.
As três instituições desmentiram o economista.
Questionado, Heleno chamou os críticos de ‘desinformados’ e afirmou que não cabe ao GSI ou à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) examinar currículos de quem está para assumir algum ministério, e que essas informações são de responsabilidade de cada profissional.
O general elencou quais os casos são averiguados pela pasta.
O general elencou quais os casos são averiguados pela pasta.
“Aos desinformados: o GSI/ABIN examinam, sobre quem vai ocupar cargos no Governo, antecedentes criminais, contas irregulares e pendentes, histórico de processos e vedações do controle interno. No caso de Ministros, cada um é responsável pelo seu currículo”, publicou em sua conta no Twitter.
Aos desinformados: o GSI/ABIN examinam, sobre quem vai ocupar cargos no Governo, antecedentes criminais, contas irregulares e pendentes, histórico de processos e vedações do controle interno. No caso de Ministros, cada um é responsável pelo seu currículo.
%u2014 General Heleno (@gen_heleno) June 30, 2020
