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Estado de Minas DEPOIMENTO

Márcio Lacerda e ex-secretário adiam depoimento à CPI na Câmara de BH

Comissão apura suposto superfaturamento de contratos firmados para a construção do Túnel da Lagoinha, canalização do Ribeirão Arrudas e a remoção de aguapés na Lagoa da Pampulha


postado em 22/06/2020 11:35 / atualizado em 22/06/2020 12:05

Ex-prefeito adiou depoimento em CPI para dia 13 de julho(foto: pt.wikipedia.org)
Ex-prefeito adiou depoimento em CPI para dia 13 de julho (foto: pt.wikipedia.org)
Mais uma vez o ex-prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, adiou seu depoimento, marcado para esta manhã, em CPI que apura suposto superfaturamento de obras na capital, realizadas desde a década de 1990, pela construtura Andrade Gutierrez.

A oitiva do ex-chefe do executivo de BH (de 2009 a 2016) foi adiada para 13 de julho. Seu ex-secretário de finanças, José Afonso Bicalho, também não pode comparecer e teve depoimento remarcado para dia 29 próximo.

Apenas o ex-procurador geral do município na gestão Lacerda, Roosevelt Beltrame, respondeu às perguntas dos integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito. A reunião acontece de modo remoto.

Ele disse que os contratos firmados entre construtoras e a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) aconteceram no final dos anos 1990 e sob sua gestão apenas passaram dois últimos pagamentos de parcelas devidas pela PBH ao consórcio de construtoras. Todos devidamente auditados por procuradores muncipais concursados.

Segundo a comissão, "pairam dúvidas acerca de relações antigas do município de Belo Horizonte, por meio da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), com a Construtora Andrade Gutierrez S.A., outrora responsável por executar os contratos para a construção do Túnel da Lagoinha, canalização do Ribeirão Arrudas e remoção de aguapés na Lagoa da Pampulha (Contrato DJ 119/88)". 

A CPI foi articulada para investigar supeitas de que os contratos e posteriores acordos de pagamento tenham lesado os cofres do município. A dívida inicial, segundo os vereadores era de R$ 143 milhões, mas foram pagos R$ 2,5 bilhões na quitação final. 


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