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Estado de Minas POLÍTICA

Eduardo Bolsonaro sugere que prisão de Queiroz é perseguição contra família

Deputado federal vê com estranheza a operação que culminou na prisão do ex-assessor de Flávio Bolsonaro


postado em 18/06/2020 11:03 / atualizado em 18/06/2020 12:54

Eduardo e Flávio Bolsonaro acreditam em perseguição contra a família(foto: Reprodução/Twitter)
Eduardo e Flávio Bolsonaro acreditam em perseguição contra a família (foto: Reprodução/Twitter)
Depois de um primeiro tuíte nesta quinta-feira sem citar a prisão de Fabrício Queiroz, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (sem partido-SP) se manifestou sobre aoperação contra o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). O filho “número 03” de Jair Bolsonaro, presidente da República (sem partido), sugeriu que as ações fazem parte de uma perseguição contra a família.

Junto a uma imagem com uma possível lista de outros políticos cariocas envolvidos em esquemas de fraudes e beneficiação indevida, Eduardo disse: "Realmente é um fato no mínimo intrigante".

 
Flávio compactou da mesma teoria: "Encaro com tranquilidade os acontecimentos de hoje (quinta-feira). A verdade prevalecerá! Mais uma peça foi movimentada no tabuleiro para atacar Bolsonaro. Em 16 anos como deputado no Rio, nunca houve uma vírgula contra mim. Bastou o presidente Bolsonaro se eleger para mudar tudo! O jogo é bruto!".

Os mandados de busca e apreensão e de prisão, cumpridos em Atibaia, no interior de São Paulo, contra Queiroz foram expedidos pela Justiça do Rio, e a prisão foi feita em uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo. Ele é investigado um suposto esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), local onde Flávio Bolsonaro atuou como deputado estadual entre 2003 e 2018.

O imóvel onde estava Flávio pertence ao advogado Frederick Wassef, que presta serviços à família Bolsonaro. O ex-assessor, ex-motorista e ex-coordenador de segurança do filho do presidente da República foi levado à sede da Polícia Civil na cidade de São Paulo e segue para o Rio de Janeiro, onde ficará preso.
 
Em novembro de 2018, Queiroz foi citado em um relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) por movimentar R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira "atípica". Em abril de 2019, a Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra do sigilo fiscal e bancário de Queiroz, do senador Bolsonaro e de outras 84 pessoas e nove empresas entre 2007 e 2018. 
 
Desde o fim de 2018, Queiroz se defende das denúncias. Veja, abaixo, uma entrevista exclusiva para o SBT com o policial militar reformado e ex-assessor de Flávio Bolsonaro.
 
 


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