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Estado de Minas

'Escala de pagamentos será seguida rigorosamente', diz Pimentel em entrevista ao Estado de Minas e Portal Uai

Primeira parcela do salário dos servidores foi quitada nesta quinta-feira. Expectativa do governo, segundo o candidato à reeleição, é antecipar as escalas nos próximos meses, com os recursos obtidos com securitização da dívida ativa


postado em 13/09/2018 15:22 / atualizado em 14/09/2018 07:32

Fernando Pimentel participou de entrevista promovida pelo Estado de Minas/Portal Uai nesta quinta-feira (foto: Sidney Lopes/EM/D.A Press)
Fernando Pimentel participou de entrevista promovida pelo Estado de Minas/Portal Uai nesta quinta-feira (foto: Sidney Lopes/EM/D.A Press)

O governador Fernando Pimentel (PT) assegurou nesta quinta-feira que a escala de pagamentos do salário de agosto será seguida rigorosamente – sem atrasos como ocorrido em meses anteriores.



Nesta quinta-feira foi quitada a primeira parcela até R$ 3 mil para os servidores do Ipsemg, Fhemig, Hemominas e segurança pública. O restante será depositado no dia 26.

Já os demais servidores ativos, inativos e pensionista receberam até R$ 2 mil hoje e terão um complemento de até R$ 1 mil no dia 20. O restante do vencimento será quitado dia 28.

“Esse mês, por exemplo, nós vamos pagar rigorosamente nas datas marcadas, não haverá atrasos, e no mês que vem nós vamos repetir. Até o final deste ano, eu não vou dizer que vamos eliminar o escalonamento porque não tem jeito, mas vamos reduzir os prazos para pagamentos”, afirmou o candidato à reeleição, que participou nesta quinta-feira da sabatina promovida pelo Estado de Minas.

De acordo com Pimentel, até o final do ano o governo deverá reduzir os prazos para os pagamento, antecipando a escala para datas mais próximas do início do mês. Isso será possível, segundo ele, em até 45 dias deverá estar concluída a securitização da dívida ativa do estado, que será oferecida ao mercado.

Quase quatro anos depois de chegar ao Palácio da Liberdade, Pimentel apontou como principal erro de sua gestão justamente não ter mostrado aos mineiros “integralmente” a situação de calamidadade que encontrou no caixa estadual.

 “Demoramos um pouco para fazer isso. Fizemos isso gradualmente porque tínhamos esperança de que conseguiríamos mudar isso”, afirmou.

O candidato comentou ainda que foi justamente não ter conseguido o equilíbrio orçamentário a maior frustração de sua gestão – que resultou, por exemplo, no parcelamento do salário dos servidores e atraso nos repasses de verbas para municípios.

“Obviamente o fato de termos esse desequilíbrio causa esse desconforto em relação à folha de servidores, que é uma angústia permanente para o governador”, disse Pimentel, lembrando que em dezembro de 2015 o estado teve que decretar estado de calamidade financeira.

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