
O presidente Joe Biden informou que jovens menores de 18 anos não precisarão estar vacinados contra a COVID-19 para entrar no território estadunidense. Entretanto, jovens de 2 a 17 anos necessitam comprovar a realização do teste de coronavírus em até três dias antes de embarcarem para o país.
As crianças e os adolescentes que forem viajar com responsáveis adultos que já tenham se vacinado também precisam seguir o mesmo prazo de teste. Caso contrário, o exame deve ser feito um dia antes do embarque.
O país ainda informou que pessoas vacinadas com duas doses de imunizantes diferentes que sejam aprovados pelos órgãos de regulação também podem entrar no território.
Turistas que desejam viajar para os EUA e estão imunizados com vacinas aprovadas pela Food and Drug Administration (FDA) – a Anvisa estadunidense – ou pela Organização Mundial da Saúde (OMS) podem entrar no país a partir de 8 de novembro.
Atualmente, todos os imunizantes aplicados no Brasil estão aprovados pela FDA e OMS.
Vacinas autorizadas para entrada nos Estados Unidos
- Pfizer/BioNTech;
- Moderna;
- Oxford/AstraZeneca — produzida no Brasil pela Fiocruz;
- Janssen (Johnson & Johnson);
- SinoPharm;
- CoronaVac — produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.
Como comprovar a vacinação?
Por meio do comprovante de vacinação disponibilizado pelo Ministério da Saúde, pelo app Conecte SUS, é possível obter a comprovação de vacinação que deve ser apresentada antes de embarcar, devendo constar:
- Nome completo;
- Data de nascimento;
- Centro de aplicação da vacina;
- Nome da vacina;
- Doses administradas;
- Datas de aplicação.
A vacina só poderá ser comprovada após duas semanas da segunda dose ou da dose única.
Quais são as exceções?
De acordo com o governo estadunidense, as pessoas isentas de apresentar os comprovantes devem obrigatoriamente apresentar teste negativo para o coronavírus. São elas:
- Participantes de alguns testes clínicos de possíveis vacinas contra a COVID-19;
- Passageiros com contraindicação médica para as vacinas;
- Pessoas com necessidade de viajar emergencialmente ou por razões humanitárias (que deverão apresentar uma carta do governo dos EUA comprovando a situação).
*Estagiária sob supervisão do subeditor Eduardo Oliveira
Leia mais sobre a COVID-19
- Vacinas contra COVID-19 usadas no Brasil e suas diferenças
- Minas Gerais tem 10 vacinas em pesquisa nas universidades
- Entenda as regras de proteção contra as novas cepas
- Como funciona o 'passaporte de vacinação'?
- Os protocolos para a volta às aulas em BH
- Pandemia, epidemia e endemia. Entenda a diferença
-
Quais os sintomas do coronavírus?
