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Estado de Minas BALANÇO DA SAÚDE

Minas registra 10 casos suspeitos de hepatite aguda 'misteriosa'

Doença ainda sem causa determinada acomete crianças e ataca o fígado. Estado já descartou outras seis suspeitas de hepatite aguda grave


25/06/2022 11:19 - atualizado 25/06/2022 11:42

Imagem ilustrativa de um vírus
Causa da doença é uma incógnita para médicos e pesquisadores (foto: Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas/Divulgação)
Minas Gerais investiga nove casos suspeitos de hepatite aguda de origem desconhecida em crianças. Ao todo, 16 casos sugestivos da doença já foram registrados no estado, cinco foram descartados. Os principais sintomas apresentados pelos pacientes são dor abdominal, vômitos e alterações de enzimas do fígado.

De acordo com a Secretaria do Estado de Saúde (SES-MG), os casos investigados são de crianças residentes em Belo Horizonte, Ibirité, Juiz de Fora, Liberdade, Monte Azul, Montes Claros, Tiradentes, Uberaba e Uberlândia. 

Além destes, há um caso suspeito de uma criança residente em Araguari. O caso foi notificado em Uberlândia, mas ainda não foi classificado pela secretaria como um dos que está em processo de investigação.

Sem causa determinada, a hepatite aguda em crianças foi notificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em diversos países, a maior parte na Europa, em abril. A doença, uma inflamação no fígado, preocupa pela alta letalidade no público infantil e também pela possibilidade de evolução para um quadro que exija o transplante do órgão.

Casos descartados

Seis suspeitas da doença já foram descartadas pela SES-MG. Após exames, três crianças moradoras de Montes Claros, uma de Lagoa Santa e outra de Uberaba não tiveram hepatite constatada.

De acordo com a SES-MG, após reunião com o Ministério da Saúde em 5 de junho, foram discutidas e alinhadas as informações de todos os pacientes notificados Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais (CIEVS-Minas), com reclassificação dos casos de acordo com as últimas definições de suspeição.

Além dos casos descartados, uma suspeita foi considerada “perda de segmento”, quando o paciente não é encontrado, se recusa a participar da investigação ou quando não resiste aos sintomas antes que os exames possam ser feitos. O caso aconteceu em Perdigão e foi notificado em Divinópolis. A secretaria não divulgou mais detalhes sobre a suspeita.


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