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Estado de Minas PANDEMIA

Taxa de transmissão do coronavírus chega à zona de alerta em BH

Com isso, capital mineira tem os três indicadores no estágio intermediário da escala de risco


25/02/2021 17:53 - atualizado 25/02/2021 18:27

Com vacinação lenta no Brasil, uso de máscara continua melhor arma contra a COVID-19(foto: Leandro Couri/EM/D.A Press - 30/05/2020)
Com vacinação lenta no Brasil, uso de máscara continua melhor arma contra a COVID-19 (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press - 30/05/2020)
Belo Horizonte voltou a apresentar crescimento nos indicadores da COVID-19 nesta quinta (25/2). Conforme boletim da prefeitura, o número médio de transmissão por infectado voltou à zona de alerta. O parâmetro subiu de 0,98 para 1,01.

 

 

 

Portanto, a cidade tem, agora, as três estatísticas principais estatísticas da pandemia na zona intermediária. A taxa de ocupação dos leitos de enfermaria e de UTI também estão nessa fase.

 

  

 

No caso das enfermarias, houve leve alta em comparação ao boletim anterior, divulgado nessa quarta (24/2): de 50,6% para 50,9%.

 

Já as UTIs saíram de 66,9% para 69,7%. Vale lembrar que a zona intermediária desse indicador é definida entre 50 e 70 pontos percentuais.

 

Portanto, as UTIs estão no limite e podem entrar na fase crítica já no próximo balanço.

 

Nessa quarta, a prefeitura informou que a volta das aulas na educação infantil em BH está condicionada a esses três parâmetros. Porém, a semana tem sido de números em ascensão na cidade.

 

Para o infectologista Unaí Tupinambás, que faz parte do comitê de crise da prefeitura, essa alta pode se consolidar a partir da semana que vem, quando os impactos das viagens do feriado de carnaval serão sentidos.

Casos e mortes

 

Belo Horizonte chegou nesta quinta a 109.269 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus. São 2.721 mortes, 4.733 pacientes em acompanhamento e 101.815 recuperados.

 

Na comparação com o balanço anterior, houve aumento de 10 óbitos e 1.378 diagnósticos.

 

No levantamento por regionais, a Noroeste é a região com maior número de mortes por COVID-19 em BH: 362, 35 a mais a Região Nordeste. Na sequência, aparecem Oeste (325), Barreiro (307), Leste (310), Centro-Sul (305), Venda Nova (286), Pampulha (256) e Norte (243).

 

Além disso, no total, 1.483 homens perderam a vida para a virose em BH. A quantidade de mulheres mortas é de 1.238.

 

A faixa etária mais morta pela COVID-19 são os idosos: 83,54% (2.273 no total). Na sequência, aparecem aqueles entre 40 e 59 anos: 14,18% (386).

 

Há, ainda, 59 óbitos entre 20 e 39 anos (2,17%), um pré-adolescente entre 10 e 14 anos (0,04%) e duas crianças entre 1 e 4 (0,07%).

 

Ainda conforme o boletim da prefeitura, 97,4% dos mortos apresentavam ao menos uma comorbidade, sendo cardiopatia, diabetes, pneumopatia e obesidade as mais comuns.

 

Em BH, 72 pessoas morreram com quadros clínicos de COVID-19 sem comorbidade: 58 homens e 14 mulheres. A maioria tinha entre 40 e 59 anos.


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