Publicidade

Estado de Minas NOVAS DOSES

COVID-19: Brasil deve receber 90 milhões de vacinas até abril, diz Zema

O chefe do Executivo estadual disse, na manhã desta quinta-feira (25/2), que o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), está negociando com as fabricantes


25/02/2021 13:00 - atualizado 25/02/2021 13:21

Brasil tem apenas 2,92% da população brasileira vacinada(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
Brasil tem apenas 2,92% da população brasileira vacinada (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
Na luta para que novas doses da vacina de COVID-19 cheguem ao Brasil, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), informou nesta quinta-feira (25/2), que o país deve receber mais 90 milhões até o final de abril. Segundo o chefe do Executivo estadual, o grupo formado por governadores está em negociação com as fabricantes, em razão da decisão do Supremo Tribunal Federal.


Questionado, Romeu Zema informou que está sendo discutida com outros governadores a compra das vacinas. “Nós, governadores, temos conversado muito sobre essa questão. O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), tem liderado o grupo e está em tratativas com diversos fornecedores”, disse.

O chefe do Executivo estadual também destacou que, nos dois primeiros meses de 2021, o Brasil adquiriu 18 milhões de doses. Zema destacou que, até abril, o número vai multiplicar. “Já estão programadas para março e abril 90 milhões de vacinas. Estamos falando de um número cinco vezes maior”, ressaltou. “Se esse compromisso do Ministério da Saúde for cumprido, ficaremos com uma velocidade superior à média da maioria dos países”, concluiu.

Até o momento, o Brasil superou seis milhões de pessoas vacinadas contra a COVID-19, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa. Apesar disso, o número corresponde a apenas 2,92% da população brasileira. 
 

O que é o coronavírus

Coronavírus são uma grande família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (COVID-19) foi descoberto em dezembro de 2019, na China. A doença pode causar infecções com sintomas inicialmente semelhantes aos resfriados ou gripes leves, mas com risco de se agravarem, podendo resultar em morte.


transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão, contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.


A recomendação é evitar aglomerações, ficar longe de quem apresenta sintomas de infecção respiratória, lavar as mãos com frequência, tossir com o antebraço em frente à boca e frequentemente fazer o uso de água e sabão para lavar as mãos ou álcool em gel após ter contato com superfícies e pessoas. Em casa, tome cuidados extras contra a COVID-19.

Vídeo: Flexibilização do isolamento não é 'liberou geral'; saiba por quê

Principais sintomas das pessoas infectadas pela COVID-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Falta de ar e dificuldade para respirar
  • Problemas gástricos
  • Diarreia
  • Em casos graves, as vítimas apresentam:
  • Pneumonia
  • Síndrome respiratória aguda severa
  • Insuficiência renal
  • Os tipos de sintomas para COVID-19 aumentam a cada semana conforme os pesquisadores avançam na identificação do comportamento do vírus 

Mitos e verdades sobre o vírus

Nas redes sociais, a propagação da COVID-19 espalhou também boatos sobre como o vírus Sars-CoV-2 é transmitido. E outras dúvidas foram surgindo: O álcool em gel é capaz de matar o vírus? O coronavírus é letal em um nível preocupante? Uma pessoa infectada pode contaminar várias outras? A epidemia vai matar milhares de brasileiros, pois o SUS não teria condições de atender a todos? Fizemos uma reportagem com um médico especialista em infectologia e ele explica todos os mitos e verdades sobre o coronavírus.


Para saber mais sobre o coronavírus, leia também:

 


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade