
A justificativa da Abrasel é de que o setor já foi prejudicado com perdas financeiras durante a pandemia da COVID-19.
Em BH, por exemplo, os bares e restaurantes ficaram fechados por quase seis meses. Após uma guerra judicial com a prefeitura, esses estabelecimentos voltaram a funcionar no dia 4 de setembro.
Historicamente, contudo, a proibição sempre persistiu em Minas Gerais. O receio das autoridades é que os eleitores participem do pleito sob efeito do álcool, o que pode influenciar no voto.
Como estratégia, o presidente da associação, Matheus Daniel, entregou um ofício ao general Ramon Marçal da Silva, da Subsecretaria de Inteligência e Atuação Integrada, vinculada à Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública.
Matheus também se encontrou com o secretário-geral do Estado, Mateus Simões, na Secretaria-Geral do governador Romeu Zema (Novo).
Porém, o governo estadual ainda não acatou o pedido da Abrasel, segundo a entidade.
A reportagem procurou a assessoria de imprensa do governo de Minas Gerais e aguarda resposta. Essa nota será atualizada em caso de manifestação da gestão Zema.
