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Estado de Minas

Bombeiros conseguem controlar incêndio na Serra do Curral

A aeronave da Polícia Militar (PM) deu apoio aos militares. Ainda não há informações sobre a área queimada e o que causou a queimada


postado em 08/08/2016 18:53 / atualizado em 08/08/2016 22:57

Militares usaram abafadores e bombas de água para apagar as chamas(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press)
Militares usaram abafadores e bombas de água para apagar as chamas (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press)

O Corpo de Bombeiros conseguiu debelar as chamas que atingiram a Serra do Curral nesta segunda-feira, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Os trabalhos foram finalizados no fim da tarde. A aeronave da Polícia Militar (PM) deu apoio no combate. Ainda não há informações sobre a área queimada e o que causou a queimada.

O incêndio começou na manhã desta segunda-feira, próximo ao Bairro Mangabeiras, na Região Centro-Sul de BH. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas se espalharam por outros pontos da serra. Duas viaturas foram enviadas para combater os focos no Bairro Belvedere, próximo à Rua Professor Cristóvão dos Santos, e outras duas foram para a Avenida Bandeirantes, no Bairro Sion.

Os militares tiveram dificuldade para debelar fogo. “Os ventos fortes e o tempo seco ajudaram na propagação das chamas. Os locais de difícil acesso também dificultaram a locomoção”, explicou o sargento José Roberto Quintino, do Corpo de Bombeiros.

Tempo seco

Um dos motivos para o aumento de ocorrências é a baixa umidade relativa do ar. E se depender da previsão do tempo a situação ainda vai se manter crítica. Não há previsão de chuva para Belo Horizonte nos próximos dias. De acordo com o instituto PUC Minas TempoClima, as temperaturas devem se manter elevadas pelo menos até quarta-feira.

Massa de ar seco que atua sobre Minas Gerais dificulta a formação de nuvens, afastando a possibilidade de chuva e aumentando as temperaturas. A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) emitiu um alerta de baixa umidade relativa do ar até o fim da tarde de quarta-feira. Os índices devem ficar abaixo dos 30%, o que é considerado estado de alerta pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

(RG)


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