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Estado de Minas COMBUSTÍVEL

Preço da gasolina tem queda média de R$ 0,29 em postos de BH

Desde sanção do teto do ICMS e redução de preço nas refinarias, a gasolina chega a ser encontrada por até R$ 5,66 nos postos de BH


25/07/2022 09:13 - atualizado 25/07/2022 20:41

Imagem mostra carro abastecendo no posto
Nos últimos 15 dias, a gasolina teve uma queda de 25%, isto é R$1,88 (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
O preço médio da gasolina comum está em queda na capital mineira. De acordo com a pesquisa do Mercado Mineiro e aplicativo ComOferta, a gasolina pode ser encontrada por até R$ 5,66 o litro. Antes o valor médio que o consumidor pagaria era R$ 5,95, uma diferença de R$0,29.

A pesquisa mostra que, desde a sanção do teto do ICMS e redução de preço nas refinarias, o valor médio da gasolina caiu de R$ 7,54 para R$ 5,66. Nos últimos 15 dias, o combustível teve uma queda de 25%, o que representa R$1,88 de alívio no bolso dos consumidores.

Para os usuários de etanol o cenário também foi de redução. Em comparação com o levantamento realizado no dia 10 de julho, o preço médio do etanol caiu 5,93%, isto é R$ 0,28. O valor médio era R$ 4,70 e reduziu para R$ 4,42.

Ao todo, foram consultados os preços em 181 postos, entre os dias 21 a 24 de junho. De acordo com a pesquisa, entre os estabelecimentos pesquisados, o menor valor encontrado na gasolina comum foi de R$5,34 e o maior R$5,99, uma variação de 12,17%.

 

Consumidores comemoram queda no preço

Para algumas pessoas, a queda no preço da gasolina foi um incentivo para continuar no trabalho. Como é o caso de Adriana Kuhl, de 54 anos, motorista de aplicativo e que depende do preço dos combustíveis para tirar seu sustento. Ela diz que atualmente gasta, em média, cerca de R$ 100 por dia no trabalho. 

 

Adriana Kuhl, de 54 anos, motorista de aplicativo
Adriana Kuhl, de 54 anos, motorista de aplicativo (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
 

 

Na época que a gasolina chegou próxima dos R$ 8 o litro, em Belo Horizonte, ela conta que cogitou abandonar o trabalho. “Ficou desesperador, precisava trabalhar e cada vez ganhava menos”, declara.

 

“Eu sou motorista de aplicativo porque fiquei desempregada na pandemia. Por causa da idade, estou sentindo dificuldade de encontrar trabalho. Eu me sustentava com o que recebia com as viagens que fazia, mas a gasolina ficando mais cara, fiquei desesperada. Foi uma ideia sair do aplicativo e tentar perder menos dinheiro, porque já não estava ganhando”, relata.

 

Ela ressalta que agora, com a queda no preço do combustível, é um incentivador para continuar. “Tem uma esperança de que a gente possa perder menos dinheiro, ganhar mais. O custo da gasolina é direto no meu trabalho, mas também é uma possibilidade da economia girar mais. Tudo depende do preço do combustível. Espero que continue assim após as eleições”, afirma.

 


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