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Estado de Minas PREPARE O BOLSO

Novo aumento: gasolina terá alta de 18,8%, anuncia Petrobras

Novos preços passam a valer nesta sexta-feira (11/3); diesel e GLP também sofrerão reajuste


10/03/2022 11:10 - atualizado 10/03/2022 15:58

Bomba de posto de gasolina
(foto: Jair Amaral/EM/DA Press)


A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (10/3), um novo aumento do preço dos combustíveis. A gasolina sofrerá uma alta de 18,8% e o preço médio de venda para as distribuidoras passará de R$ 3,25 para R$ 3,86 por litro.
 
Composição do preço da gasolina na bomba
(foto: Soraia Piva/EM)
 
Evolução do preço da gasolina
(foto: Soraia Piva/EM)
 

Para o diesel, o preço médio passará de R$ 3,61 para R$ 4,51 por litro, um reajuste ainda maior, de 24,9%. Os novos preços passam a valer nesta sexta-feira (11/3). 
 
Composição do preço do diesel na bomba
(foto: Soraia Piva/EM)
 
Evolução do preço do diesel
(foto: Soraia Piva/EM)
 
 


"Após serem observados preços em patamares consistentemente elevados, tornou-se necessário que a Petrobras promova ajustes nos seus preços de venda às distribuidoras para que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento”, informou a estatal, em comunicado.  

Segundo a Petrobras, os valores refletem a oferta limitada de petróleo frente à demanda mundial por energia. “Mantemos nosso monitoramento contínuo do mercado nesse momento desafiador e de alta volatilidade", enfatizou. 

O GLP também terá aumento. O preço médio de venda do combustível para as distribuidoras foi reajustado em 16,1%, e passará de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg - equivalente a R$ 58,21 por 13kg. Diferente da gasolina e do diesel, o produto não era reajustado há 152 dias.
 
Composição do preço do gás
(foto: Soraia Piva/EM)
 
 

Efeito Ucrânia 


Segundo o advogado e economista, especialista em direito tributário, Alessandro Azzoni, o aumento já era previsível. "Infelizmente esse reajuste vem no momento errado para a economia brasileira, mas isso é impacto direto da guerra da Ucrânia com a Rússia", explica. O especialista enfatiza, ainda, que o reajuste impactará diretamente o consumidor, de forma imediata.   

O Brasil, porém, não é o único país que sente o impacto econômico da guerra. Economias mais sólidas, como a dos Estados Unidos também enfrenta a alta inflacionária. A expectativa é que o cenário de instabilidade econômica perdure, ainda, por alguns meses. 


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