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Estado de Minas NA ARGENTINA

Brasileiros cruzam a fronteira para comprar gasolina a R$ 3,10 por litro

O caso está ocorrendo, principalmente, com moradores de Foz do Iguaçu, na região oeste do Paraná


30/10/2021 20:43

Frentista abastece carro
Gerentes dos postos argentinos informaram que 90% dos clientes atendidos nos últimos dias eram brasileiros (foto: CB.D.A/Press)

Para fugir da alta no preço da gasolina , que em alguns postos já supera  R$ 7 por litro , brasileiros estão atravessando a fronteira e abastecendo os carros na Argentina . O caso está ocorrendo, principalmente, com moradores de Foz do Iguaçu, na região oeste do Paraná, que cruzam a Ponte Tancredo Neves para abastecer em Puerto Iguazú, na Argentina.

De acordo com reportagem do portal G1 , gerentes dos postos argentinos informaram que 90% dos clientes atendidos nos últimos dias eram brasileiros, o que fez até faltar combustível nas bombas.
Em um posto da Argentina, o litro da gasolina custa o equivalente a R$ 3,10, segundo o G1. De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a gasolina custa mais de R$ 7 reais em 13 estados brasileiros, e o valor médio do litro no país é de R$ 6,56. Os valores são referentes ao período de 24 a 30 de outubro.

ICMS sobre combustíveis está congelado por 90 dias

Na última sexta-feira (29/10), o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou, por unanimidade, o congelamento do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado nas vendas de combustíveis por 90 dias a fim de manter os preços do produto.

A medida foi vista como uma estratégia dos governadores contra o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que a culpa dos constantes aumentos do preço dos combustíveis é dos estados e, também, uma resposta ao projeto aprovado pela Câmara que muda a base de cálculo do imposto sobre a gasolina e o diesel.

Na segunda-feira, a Petrobras anunciou aumento no valor do diesel e da gasolina nas refinarias. O reajuste foi, respectivamente, de 9,15% e de 7,05%.


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